Terça-feira, 06 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 15 de março de 2022
Segundo o balanço, quase metade das pessoas que fugiram da Ucrânia são crianças
Foto: ReproduçãoEm menos de três semanas, cerca de 3 milhões de pessoas que viviam na Ucrânia já deixaram o país para fugir dos bombardeios da Rússia, que invadiu o território ucraniano no dia 24 de fevereiro.
O número, divulgado nesta terça-feira (15) pela ONU (Organização das Nações Unidas), representa quase 7% da população da Ucrânia. Segundo o balanço, quase metade das pessoas que fugiram – 1,4 milhão – são crianças.
A Polônia é o país que mais recebeu refugiados da Ucrânia, seguido de Romênia, Hungria e Moldávia.
Os primeiros-ministros da Polônia, Mateusz Morawiecki, da República Tcheca, Petr Fiala, e da Eslovênia, Janez Janša, viajaram de trem para Kiev nesta terça-feira com o objetivo de mostrar apoio à Ucrânia por parte da União Europeia.
O prefeito de Kiev, Wladimir Klitschko, decretou um toque de recolher de 35 horas na cidade. A medida vigora a partir da noite desta terça.
O Ministério da Defesa da Rússia informou que as Forças Armadas do país tomaram toda a região de Kherson, uma cidade de cerca de 250 mil habitantes.
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Um leão, lutando contra um gato, que você acha que vai vencer? Esse presidente da Ucrânia está matando seu povo…tenham dó…
Os abastados vão para outro país, mas a maioria da população permanece na Ucrânia como escudo humano para o presidente Zé Leco, que tem objetivos de projeção social e política às custas da vida de seus compatriotas.