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Brasil Trump assistiu à posse de Bolsonaro pela TV e está “satisfeito” com o Brasil

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Trump está muito satisfeito com a relação que Brasil e Estados Unidos estão a ponto de começar a desenvolver. (Foto: Andrea Hanks/The White House)

Ao se encontrar com o presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (2), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, disse ao brasileiro que conversou com Donald Trump na terça à noite, após a posse de Bolsonaro, e que o americano estava acompanhando o dia no Brasil pela televisão.

“São grandes dias e é uma honra para mim assistir à transição de governo aqui. Estamos acompanhando de perto. Presidente Trump manda cumprimentos também. Eu falei com ele ontem [terça] à noite. Ele estava assistindo pela TV e está muito satisfeito com a relação que os nossos dois países estão a ponto de começar a desenvolver”, afirmou Pompeo a Bolsonaro. Após o discurso de Bolsonaro, Trump saudou o brasileiro pelo Twitter. Jair Bolsonaro disse a Pompeo que os dois países são “amigos”.

Pompeo teve um encontro com o novo ministro das Relações Exteriores, embaixador Ernesto Araújo, e depois com Bolsonaro. No Twitter, Pompeo disse estar ansioso pelo “fortalecimento e ampliação” da parceria com o Brasil no governo do presidente Bolsonaro. Segundo o Departamento de Estado, Pompeo falou com Araújo sobre a “importância de trabalhar junto para enfrentar desafios regionais e globais, incluindo apoio ao povo da Venezuela, Cuba e Nicarágua em restaurar a governança democrática e os direitos humanos”. Além disso, os dois falaram sobre expansão de cooperação econômica, educacional e questões de segurança.

ONU

Bolsonaro comunicou o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, sobre a intenção de revogar a adesão do Brasil ao pacto global de migrações, informou a assessoria do Palácio do Planalto.
Pompeo está no Brasil, onde acompanhou a posse de Bolsonaro na terça-feira. Nesta quarta ele teve reuniões com o novo chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, e com o próprio Bolsonaro.

O pacto foi assinado em dezembro de 2018 por cerca de 160 países e pretende reforçar a cooperação internacional para uma migração “segura, ordenada e regular”. O pacto foi assinado no Marrocos. O Brasil também assinou o documento.

Na oportunidade, o então futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, informou pelo Twitter que o governo Bolsonaro se desassociaria do pacto.

A informação foi reforçada por Bolsonaro na reunião com Pompeo, segundo a assessoria do Planalto. Os EUA estão entre os países que não assinaram o pacto.

“O presidente (Bolsonaro) também falou sobre a agenda econômica brasileira e comunicou sua intenção de revogar a adesão do Brasil ao Pacto Global Sobre Migrações, reafirmando a importância dos Estados Unidos para a inserção internacional do Brasil e sua intenção de trabalhar para que a relação entre os dois países possam se tornar ainda mais benéficas para ambas as partes”, comunicou o Planalto.

De acordo com o Planalto, Bolsonaro também reforçou a “preocupação” com a situação da Venezuela. O presidente é crítico da gestão de Nicolás Maduro, assim como o colega norte-americano, Donald Trump,

O Planalto ainda informou que Pompeo pediu a Bolsonaro para que ele coopere “ativamente” para resolver a crise na Venezuela.

 

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