PolíticaJustiça Eleitoral entrega ao Congresso sugestões para a “PL das fake news”
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Redação O Sul
| 25 de abril de 2023
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Ministro Alexandre de Moraes se encontrou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para debater o tema (PSD-MG)
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Ministro Alexandre de Moraes se encontrou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para debater o tema (PSD-MG). (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, entregou nesta terça-feira (25) aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cinco sugestões de mudança ao projeto que cria mecanismos para o combate às notícias falsas, o chamado “PL das Fake News”.
Moraes defende a aplicação de uma multa de até R$ 150 mil por hora contra a plataforma que mantiver no ar fake news sobre as eleições, no caso de descumprimento de ordem judicial.
O texto apresentado pelo presidente do TSE sugere multa em duas hipóteses:
A Justiça Eleitoral pode determinar que a plataforma remova fake news que atrapalhem o processo eleitoral, inclusive a apuração dos votos. Em caso de descumprimento da decisão, a plataforma tem de pagar, por hora, multa que varia de R$ 100 mil a R$ 150 mil. A multa passa a ser cobrada a partir do término da segunda hora após o recebimento da notificação;
Fica proibida a propaganda paga (inclusive monetização) de candidatos, até no site do partido, dois dias antes e um dia depois da data da eleição. O valor da multa aplicado é o mesmo por hora. A punição passa a ser cobrada a partir do término da primeira hora após o recebimento da notificação.
Moraes defende que os provedores de redes sociais identifiquem todos os conteúdos impulsionados pois poderão responder judicialmente caso alguma postagem configure crime.
Responsabilidade sobre algoritmos
Uma das mudanças propostas por Moraes estabelece, por exemplo, que as plataformas devem assumir a responsabilidade sobre conteúdos que são sugeridos por algoritmos nas redes sociais, como propagandas de produtos.
Neste caso, se uma empresa paga a uma plataforma para divulgar um conteúdo, ambas seriam responsabilizadas em três cenários:
por produtos impulsionados, se o aplicativo recebeu para veicular determinada mídia;
por contas sem autenticação e robôs que efetuarem distribuição em massa de mensagens;
diante da não exclusão de conteúdos que violem direitos, como os da criança e do adolescente, ou de publicações racistas, por exemplo.
Segundo o Código Civil, a responsabilidade é solidária quando mais de uma pessoa ou empresa é responsável pela infração.
A penalidade não precisa ser dividida de forma igual entre as partes. Se uma multa for imposta, um acordo pode ser proposto e a empresa com maior poder aquisitivo quitar um valor superior.
Conteúdos a serem retirados do ar
O presidente do TSE também propõe que as plataformas respondam civil e administrativamente se não retirarem do ar imediatamente conteúdos e contas:
que possam causar dano de difícil reparação;
que ameacem a segurança da informação ou do usuário do aplicativo;
que violem direitos da criança e do adolescente;
que configurem crimes de intolerância — discriminação de raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade;
com condutas, informações e atos antidemocráticos, ameaças ao Estado Democrático de Direito, que visem impedir ou tumultuar o processo eleitoral;
que divulgarem e compartilharem fake news que prejudiquem o processo das eleições;
que estimulem violência contra funcionários públicos e a estrutura do Estado para impedir o exercício dos poderes estabelecidos pela Constituição;
que contenham discurso de ódio, “inclusive promoção de racismo, homofobia, ideologias nazistas, fascistas ou odiosas contra uma pessoa ou grupo”.
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Miltch Mitch
25 de abril de 2023 23:31
Com isto o governante pode fazer o que quiser, independente de lado uma vez que quem decide é ele!
Basta olhar Venezuela, Coreia, Cuba… sempre vencem eleições e seus adversários são presos.
Luciano Santos
26 de abril de 2023 12:07
Que duplinha nefasta!
Miltch Mitch
27 de abril de 2023 00:05
Em breve alkimin assume.
Vanderlei Ochoa
26 de abril de 2023 13:29
ALEXANDRE, o Grande, salvou nossa democracia das garras da marginalha bolso-terrorista-golpista. Muito Obrigado MINISTRO ALEXANDRE. Que tudo seja colocado nos eixos novamente. Brasil acima de tudo, LEIS ACIMA DE TODOS.
Miltch Mitch
27 de abril de 2023 00:04
Calma palhaço. Foi o Eduardo, burro
Vanderlei Ochoa
26 de abril de 2023 13:31
Ah, em tempo: Peçam para o CARLOS BOLSONARO pegar o JEEP com um CABO do Exército e ir lá no STF prender os ministros da SUPREMA CORTE DO BRASIL….hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
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Com isto o governante pode fazer o que quiser, independente de lado uma vez que quem decide é ele!
Basta olhar Venezuela, Coreia, Cuba… sempre vencem eleições e seus adversários são presos.
Que duplinha nefasta!
Em breve alkimin assume.
ALEXANDRE, o Grande, salvou nossa democracia das garras da marginalha bolso-terrorista-golpista. Muito Obrigado MINISTRO ALEXANDRE. Que tudo seja colocado nos eixos novamente. Brasil acima de tudo, LEIS ACIMA DE TODOS.
Calma palhaço. Foi o Eduardo, burro
Ah, em tempo: Peçam para o CARLOS BOLSONARO pegar o JEEP com um CABO do Exército e ir lá no STF prender os ministros da SUPREMA CORTE DO BRASIL….hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah