Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 30 de outubro de 2015
Passar o dia no parque e não pegar uma só fila. Andar em uma roda-gigante com uma garrafa de espumante a tiracolo. Na capital dos parques temáticos, há opções para conhecer atrações tradicionais com o máximo de conforto e o mínimo de aborrecimento. O problema é desembolsar, em tempos de crise, a bagatela de 2.800 dólares a 4.200 dólares (10,6 mil reais a 16 mil reais) por um passeio guiado para até dez pessoas (as entradas nos parques não estão inclusas).
No esquema VIP da Disney, oferecido nos parques Magic Kingdom, Epcot, Animal Kingdom e Hollywood Studios, o guia busca o visitante no hotel no horário agendado e passa o dia com ele. O acesso aos brinquedos é sempre por uma fila mais rápida.
O Universal Studios e o Islands of Adventure oferecem serviço parecido. A diferença é que, nos parques que abrigam as atrações inspiradas no mundo de Harry Potter, o guia fura a fila. Muitas vezes, o grupo é levado para a atração pela porta dos fundos.
Mas é preciso desembolsar de 3.099 dólares até 3.499 dólares (entre 12,1 mil reais e 13,7 mil reais) para um tour de oito horas – e, no máximo, cinco pessoas. Há uma opção menos salgada, na qual os brinquedos são escolhidos pelo guia, com mais visitantes no grupo. Sai por ao menos 329 dólares (1.286 reais) por pessoa. Em ambas as alternativas, os ingressos não estão incluídos.
Para relaxar.
Se a ideia é passar o dia sem qualquer espera, é possível apreciar a vista de Orlando em uma cabine exclusiva – e sem pegar fila. A Orlando Eye, roda-gigante de 122 metros de altura inaugurada neste ano, também tem alternativa VIP.
Por 300 dólares (1.173 reais), é possível levar 14 pessoas no passeio em cabine reservada. Por 14 dólares (55 reais) a mais por pessoa, o passeio é regado a espumante. Um luxo só.
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