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Mundo Turista sem máscara é retirado à força de barco em Veneza

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A Itália registrou 1.071 novas infecções por coronavírus, disse o Ministério da Saúde neste sábado (22).(Foto: Reprodução)

Um turista, cuja nacionalidade não foi identificada, foi retirado à força por passageiros de um vaporetto, embarcação que faz transporte público, em Veneza, após deixar de usar a máscara de proteção contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A confusão ocorreu no cais de San Zaccaria, atrás da Piazza San Marco, e o vídeo viralizou nas redes sociais. Na gravação é possível ver um jovem que, no momento de uma parada, é empurrado para fora do barco por zombar os funcionários da Actv, empresa responsável pelo transporte na cidade italiana, ao levantar e abaixar a máscara de seu rosto durante a viagem.

O comportamento inadequado incomodou todos a bordo e revoltou um dos passageiros que protagonizou uma briga com o turista assim que o vaporetto parou no cais.

Coronavírus

A Itália registrou 1.071 novas infecções por coronavírus, disse o Ministério da Saúde neste sábado (22). Essa é a primeira vez que o número ultrapassa 1.000 casos por dia desde maio, quando o governo flexibilizou suas rígidas medidas de lockdown.

O país, um dos mais atingidos da Europa, conseguiu conter o surto após um pico de mortes e casos entre março e abril. No entanto, tem visto um aumento constante de infecções no último mês, com especialistas culpando reuniões de pessoas associadas a feriados e à vida noturna.

A última vez que a Itália registrou um número mais alto foi em 12 de maio, com 1.402 casos, seis dias antes de restaurantes, bares e lojas serem autorizados a reabrir após um lockdown de 10 semanas. Até agora, o novo coronavírus matou mais de 800 mil pessoas e infectou quase 23 milhões em mais de 180 países, segundo balanço da universidade Johns Hopkins.

Dois anos

O diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, afirmou esperar que a pandemia do novo coronavírus chegue ao fim em menos de dois anos. Ele afirmou que a gripe de 1918, que ficou conhecida como gripe espanhola e matou 50 milhões de pessoas em todo o mundo, foi superada em dois anos. Ele acrescentou, no entanto, que os avanços atuais da tecnologia podem permitir que o mundo acabe com o vírus em “um tempo mais curto”.

Até o momento, não existe um medicamento ou tratamento para a Covid-19. A OMS afirma que 169 pesquisas estão em desenvolvimento e ao menos 30 delas já foram registradas em fase clínica, que é a etapa de teste em humanos. Por isso, a OMS recomenda o uso de máscara, o reforço na higiene das mãos e o distanciamento social como medidas para conter a expansão do vírus.

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