Terça-feira, 07 de julho de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Geraldo Alckmin convoca os cabos eleitorais do PSDB a combaterem os seguidores de Jair Bolsonaro nas redes sociais

Compartilhe esta notícia:

Candidato tucano teria sofrido ataques de "bolsominions" nas redes sociais. (Foto: Alan Santos/PR)

Nessa terça-feira, durante um evento realizado no Rio de Janeiro com candidatos a deputado pelo PSDB e partidos coligados no Estado (DEM, PP, PTB, Solidariedade e PPS), além de cabos eleitorais, os apoiadores do presidenciável tucano Geraldo Alckmin foram convocados a entrar em uma “guerra” nas redes sociais.

O alvo da ofensiva são os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), também postulante ao Palácio do Planalto e que lidera as pesquisas de intenções de voto nos cenários sem a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já o ex-governador paulista está em quarto lugar em ambos as hipóteses (com e sem o líder petista).

Em determinado momento, um integrante da equipe de mídias sociais da campanha tucana, Fabrício Moser, instou cabos eleitorais a se engajarem fortemente na campanha, por meio do Facebook e do aplicativo WhatsApp. Ele também orientou os cerca de 800 presentes a entrarem no que intitulou “Exército de Alckmin no Rio de Janeiro”.

Dentre os seus argumentos contra os seguidores de Bolsonaro está o de que o perfil do presidenciável do PSDB nas redes sociais tem sofrido “ataques de bolsominions” – expressão utilizada de forma pejorativa para designar os simpatizantes do polêmico deputado federal e ex-militar, em alusão à sequência de desenhos animados “Meu Malvado Favorito”, que tem entre os seus personagens os “minions”, seres que servem cegamente ao vilão protagonista.

Moser ensinou a plateia, por exemplo, a reagir às postagens do tucano com o ícone “uau” (representado por um símbolo do tipo “emoticom” com a boca aberta, em sinal de espanto): o objetivo, de acordo com Moser, é “equilibrar a estética dos posts”, que recebem reações com emoticons de raiva dos eleitores de Bolsonaro.

Frisou, ainda, que textos de campanha devem ser compartilhados pelo WhatsApp. “Ele [Bolsonaro] tem muitos robôs, além da galera dele que vai lá e faz o que tem que fazer”, alertou o assessor sobre o candidato do PSL. Alckmin chegou ao evento às 15h e depois discursou.

Pesquisa

Segundo a pesquisa divulgada na segunda-feira pelo instituto Ibope, Alckmin está no quarto lugar nos cenários com e sem o ex-presidente Lula (PT), preso na Operação-Lava Jato e ainda na dependência de posicionamento da Justiça Eleitoral sobre o registro de sua candidatura ao Palácio do Planalto.

Bolsonaro, por sua vez, tem 20% das intenções de voto no cenário sem Lula, aparecendo em primeiro lugar na preferência dos entrevistados. Depois vêm Marina Silva (Rede), com 12%, e Ciro Gomes (PDT), com 9%. Alckmin está com 7%, à frente de Fernando Haddad (PT), que tem 4%.

No levantamento em que o nome de Lula é incluído, 37% dos entrevistados disseram que votariam nele, 18% escolheriam Bolsonaro e 6% ficariam com Marina. Alckmin e Ciro aparecem empatados com o índice de 5% cada um. Já no que se refere ao nível de rejeição, o ex-governador de São Paulo é o terceiro (25%), atrás de Bolsonaro (37%) e de Lula (30%).

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Uma onda de calor começou a quebrar e derreter a camada de gelo marinho mais “antiga e espessa” do oceano Ártico
Saiba por que o Japão está pedindo que os trabalhadores tirem uma manhã de segunda-feira de folga
Pode te interessar