Quarta-feira, 23 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Artes Visuais Uma obra de arte se autodestruiu após ser vendida por 1 milhão de libras em um leilão em Londres

Compartilhe esta notícia:

Momento foi postado pelo artista no Instagram. (Foto: Reprodução/Instagram)

Um quadro do misterioso artista britânico Banksy se autodestruiu parcialmente logo após ser leiloado por mais de um milhão de libras na sexta-feira à noite pela Sotheby’s House em Londres.

O martelo tinha acabado de ser batido quando a obra, uma reprodução em tinta acrílica e spray de uma das imagens mais famosas de Banksy, “Menina com balão”, começou a deslizar por um triturador de papel escondido. De acordo com a casa de leilões ela foi apenas parcialmente rasgada.

Em vídeos publicados nas redes sociais, é possível ver a reação do público, entre a estupefação e o divertimento, imortalizando o momento com suas câmeras enquanto dois funcionários da casa de leilões se aproximavam para retirar o trabalho.

“Pode-se dizer que acabam de nos “banksear””, reagiu Alex Branczik, gerente da casa de leilões, em comunicado.

A peça havia sido comprada por 1.042 milhão de libras (aproximandamente R$5 milhões). O próprio Banksy comentou sobre a peça no Instagram, onde postou uma foto do momento com a legenda que pode ser traduzida como “dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido”.

“É certamente a primeira vez na história dos leilões em que uma obra de arte se autotritura automaticamente após o martelo”, publicou a casa de leilões em um comunicado.

Banksy, artista e grafiteiro de Bristol, no sudoeste da Inglaterra, é conhecido por sua arte urbana irônica e engajada, embora sempre tenha mantido sua identidade sob estrito sigilo. Algumas de suas criações foram leiloadas por somas vertiginosas.

Obras de Basquiat chegam ao Rio

Das caixas de formatos e tamanhos variados saem telas, gravuras, desenhos e pratos de cerâmica pintados, em suportes que vão do papel a portas e pedaços de madeira. Aos poucos, o primeiro andar do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) ganha as cores, a vibração e a assinatura de Jean-Michel Basquiat (1960-1988), com a chegada das cerca de 80 obras que compõem a exposição que será inaugurada na próxima sexta-feira, após ser vista por mais de 500 mil pessoas em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte.

O curador holandês radicado no Brasil Pieter Tjabbes acompanhou de perto cada detalhe da retirada das obras das caixas. À frente de uma equipe de 20 pessoas, entre montadores, funcionários da transportadora e responsáveis pela conservação, Tjabbes observava algumas especificidades do trabalho de Basquiat que demandam atenção especial.

“Em muitas obras há uma mistura de suportes, com colagem de papel e outros elementos. Mesmo as telas não têm características tradicionais, em algumas o chassis não está totalmente coberto, o que faz com que o tecido não fique esticado”, detalha o curador, também responsável pela produção da mostra. “O próprio Basquiat tinha uma preocupação neste sentido, ele se perguntava se sua obra iria sobreviver com o uso de diferentes materiais. O impressionante é que elas estão muito bem conservadas, em quase um ano de itinerância não tivemos nenhum problema grave.”

Parte do acervo do multimilionário israelense Jose Mugrabi — que também detém a maior coleção privada de Andy Warhol no mundo — as obras que serão exibidas no Rio chegaram de Nova York em janeiro, exigindo uma enorme operação logística. Como algumas das telas são maiores do que a capacidade máxima dos aviões comerciais, a produção precisou contratar aviões cargueiros para trazê-las ao Brasil. Por sorte, quando as obras foram transportadas ainda não estava em vigor a mudança na taxa de armazenagem em alguns aeroporto s operados por concessionárias, que passaram a cobrar pelo valor de mercado dos trabalhos em vez do peso, como era feito anteriormente. Por contrato, o curador não pode falar do valor das obras, mas basta pensar que uma tela do artista foi leiloada no ano passado por US$ 110 milhões.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Artes Visuais

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Denúncias de abuso sexual contra juiz conservador não foram capazes de impedir que ele conseguisse os votos necessários para ser aprovado para a Suprema Corte dos Estados Unidos
Pesquisa CNT/MDA indica Bolsonaro com 42,6% dos votos válidos e Haddad com 27,8%
Pode te interessar