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Mundo Vaticano busca acalmar bispos sobre aprovação de bênçãos para casais do mesmo sexo

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Documento afirma que a medida não é "herética" ou “blasfêmia”

Foto: Reprodução
Documento afirma que medida não é "herética" ou "blasfema"

O Vaticano tentou nesta quinta-feira (04) acalmar os bispos católicos de alguns países que reagiram negativamente à aprovação, no mês passado, de bênçãos para casais do mesmo sexo, dizendo-lhes que a medida não é “herética” ou “blasfêmia”.

Em uma declaração de cinco páginas, o escritório doutrinário do Vaticano também reconheceu que tais bênçãos poderiam ser “imprudentes” em alguns países onde as pessoas que as recebem podem se tornar alvos de violência, ou correr o risco de serem presas ou até mesmo mortas.

Bispos católicos de alguns países, especialmente na África, expressaram perplexidade e vários graus de discordância em relação ao comunicado de 18 de dezembro, conhecido por seu título em latim Fiducia Supplicans (Confiança Suplicante).

O fato de o Vaticano ter precisado emitir um esclarecimento de cinco páginas sobre um documento de oito páginas, pouco mais de duas semanas após a sua publicação, parece ressaltar a extensão da confusão que causou em muitos países.

Depois que a declaração original foi divulgada, várias conferências episcopais católicas emitiram declarações enfatizando que as bênçãos não equivaliam a uma aprovação oficial do sexo gay ou a um sacramento de casamento para casais do mesmo sexo.

O escritório doutrinário, conhecido como Dicastério para a Doutrina da Fé, ressaltou esses aspectos em sua declaração nesta quinta-feira, dizendo que as bênçãos para casais do mesmo sexo não devem ser vistas como “uma justificativa de todas as suas ações, e não são um endosso da vida que eles levam”.

O escritório disse que queria “esclarecer a recepção da Fiducia Supplicans enquanto recomenda, ao mesmo tempo, uma leitura completa e calma” da declaração de 18 de dezembro.

“Evidentemente, não há espaço para nos distanciarmos doutrinariamente dessa declaração ou para considerá-la herética, contrária à Tradição da Igreja ou blasfema”, informou a nota de quinta-feira.

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João Fernando Zacher
4 de janeiro de 2024 21:49

Esse Papa sempre lacrando e fazendo M… Imaginem. Eu ser gerente da Chevrolet e trabalho segundo as normas e “modelos” da Chevrolet… aí vem uma “minoria” e insistem que eu fabrique “na Chevrolet” um carro da FIAT que eles “adoram” e gostam demais, mas gostariam muito que eu fabricasse dentro da minha empresa, alterasse o maquinário, pois, querem que o motor seja da Chvrolet mas manter a carroceria da FIAT porque gostam daquele “modelo”… Se a Igreja sempre teve normas e dogmas e sempre considerou que o homosexualismo é pecado… como o Papa quer “abençoar” quem quer viver em pecado… Leia mais »

Endruweit Valmir Endruweit
4 de janeiro de 2024 23:40

A Igreja acabou depois que a esquerda e o Papa se uniram em um amor comunista, o pior Papa que j´sentou a bunda no Vaticano , Argentino comunista e cretino.

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