Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
22°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Veja o que fazer quando os rins resolvem parar

Compartilhe esta notícia:

Insuficiência renal acomete cerca de 10% da população brasileira. (Crédito: Reprodução)

A insuficiência renal, que acomete cerca de 10% da população brasileira atualmente, é caracterizada pela perda da capacidade dos rins de filtrar o sangue, deixando no organismo resíduos tóxicos ou prejudiciais, como a ureia e a creatinina. A doença, que levou o cantor Gilberto Gil, 73 anos, a ser internado neste mês, é silenciosa, mas pode ser facilmente identificada em um simples check-up médico.

Diabéticos e hipertensos têm mais chance de desenvolver a enfermidade. Além disso, pessoas que possuem histórico familiar da doença também devem ficar atentas.

No Brasil, a principal causa é a hipertensão arterial, mas também pode ser consequência do diabetes, medicamentos anti-inflamatórios, desidratação, infecção urinária pela interrupção da passagem da urina por tumores ou aumento da próstata, entre outras causas.

“O diagnóstico laboratorial da doença é simples e barato, basta a dosagem da creatinina no sangue. Além disso, a dosagem de ureia e potássio e exames de imagem como ultrassom, ressonância magnética e tomografia computadorizada”, esclarece o nefrologista Eduardo Rocha.

Segundo ele, a doença pode se manifestar na forma aguda, quando acontece uma rápida redução da função renal, ou crônica, quando a perda é gradual e progressiva. Na primeira forma, a insuficiência renal normalmente tem cura. Já na fase crônica, a perda das funções dos rins se dá de forma lenta e progressiva. Por conta disso, muitos pacientes demoram a perceber o problema, já que os sintomas são leves, e, quando é feito o diagnóstico, a função renal já está quase completamente comprometida.

O tratamento normalmente é feito com uso de remédios anti-hipertensivos e diuréticos, mas inclui uma rigorosa dieta, com redução de proteína e sódio, que deve ser prescrita por um nutricionista. Nos casos mais graves, é necessária a realização de hemodiálise, procedimento em que é utilizado um aparelho para filtrar o sangue, ou a realização de transplante renal. (AD)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

“Quando acordei tinha 33 caras em cima de mim”, diz menina que sofreu estupro coletivo
Suspeito de abusar sexualmente das quatro filhas é preso em Gravataí
Pode te interessar