Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 26 de dezembro de 2022
De acordo com economistas, os varejistas esperavam um crescimento um pouco melhor após a recessão dos primeiros anos da pandemia
Foto: ReproduçãoAs vendas do comércio físico brasileiro na semana do Natal, em comparação com o mesmo período de 2021, cresceram apenas de 0,4% segundo o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian.
De acordo com economistas, os varejistas esperavam um crescimento um pouco melhor após a recessão dos primeiros anos da pandemia, mas o impacto da inflação no bolso dos consumidores não permitiu a evolução dos gastos para a época.
Em relação ao final de semana do Natal, o crescimento também foi baixo, de 0,2%. Na análise da Serasa, uma série de fatores contribuíram negativamente para que a maior data comemorativa do ano tenha vendido menos do que vendeu durante a pandemia.
A alta da taxa de juros e a inadimplência dos consumidores são alguns dos agravantes para esse cenário. O 13º salário, antes utilizado para potencializar a atividade do comércio, também pode ter sido priorizado para o pagamento de dívidas pelos brasileiros.
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Não creio que seja somente pela alta inflacionária até porque nestas datas sempre há aumento de preços em razão da procura. Parece que além dos preços altos as pessoas não estão se deixando levar pelo marketing e sim valorizando mais a data pelo seu propósito, parecem ter acordado para a realidade.