Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 4 de novembro de 2024
O resultado, que engloba carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, foi divulgado nesta segunda-feira (04)
Foto: DivulgaçãoNo maior volume de um mês em dez anos, outubro teve 264,9 mil veículos vendidos no País, um crescimento de 21,7% frente ao mesmo mês do ano passado. O resultado, que engloba carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, foi divulgado nesta segunda-feira (04), pela Fenabrave, a entidade que representa as concessionárias de automóveis.
Desde dezembro de 2014, quando foram vendidos pouco mais de 370 mil veículos, o setor não registrava número tão elevado, mostrando que as montadoras estão voltando aos níveis de antes da pandemia. Frente a setembro, os emplacamentos tiveram crescimento de 12,1%.
Agora, o crescimento das vendas de veículos zero quilômetro no acumulado desde o primeiro dia do ano chega a 15%, com 2,12 milhões de unidades licenciadas no Brasil entre janeiro e outubro. O desempenho reflete a melhora nas condições de crédito, o mercado de trabalho aquecido, com aumento da renda, além da renovação de frotas das locadoras de carros.
“A oferta de crédito continua impulsionando os automóveis e comerciais leves, com taxa de aprovação das propostas em 75%”, comentou o presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Júnior. A previsão da entidade para 2024 é de crescimento de 15,1% das vendas de veículos.
Motos
As vendas de motos tiveram crescimento de 21,1% em outubro, frente ao mesmo mês de 2023, chegando a 166,7 mil unidades, conforme balanço divulgado pela Fenabrave, a associação que representa as concessionárias. Na comparação com setembro, houve crescimento de 6,5% nas vendas do veículo de duas rodas. Com isso, as vendas de motocicletas acumularam avanço de 19,6% nos dez primeiros meses do ano, totalizando 1,58 milhão de unidades.
Esse número supera levemente as vendas de carros de passeio, que somaram 1,56 milhão de unidades no mesmo período. O desempenho positivo reflete a melhora nas condições de crédito, a expansão dos serviços de entrega (delivery) e a busca dos consumidores por veículos mais baratos e econômicos em combustível. ‘Os serviços de entrega e a procura da motocicleta como alternativa de baixo custo para o transporte continuam movimentando o segmento. Muitas famílias vêm trocando o segundo carro pela moto’, comenta o presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Júnior.
Ele acrescenta que o resultado poderia ter sido ainda melhor, não fossem as dificuldades logísticas em função da seca em Manaus, no Amazonas, onde estão instaladas as montadoras de motocicletas.
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Que Maravilha esta Suiça Latrina LULISTA…
ESTADISTA LULA deixa a direita golpista e incompetente na lona….hahahahahah ficam nervozinhos e agressivos…hahahahahah
Muito se deve aos mais de 200 mil veículos perdidos nas enchentes do RS, cujas seguradoras pagaram os prêmios de quem tinha seguro e os segurados foram às compras, aquecendo a produção nas fábricas.
O EMBUSTEIRO não tem nenhum mérito nisso!
Fico imaginando se ainda tivéssemos o Paulo Guedes no ministério da fazenda, fazendo superávits fiscais continuados e fazendo crescer nossa economia. Seriam recordes em diversos setores com números invejáveis. Mas segue o baile com o heróismo do povo brasileiro rebolando pra conseguir comprar seus carrinhos.