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Economia Vendas do comércio brasileiro fecham 2025 com alta de 1,6%

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O crescimento representa o nono ano consecutivo de ganhos

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O crescimento representa o nono ano consecutivo de ganhos. (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

As vendas do comércio varejista brasileiro fecharam 2025 com alta de 1,6%, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O crescimento representa o nono ano consecutivo de ganhos. No entanto, na comparação com os anos anteriores, o resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, a 2024 (4,1%) e quase no mesmo patamar do que o fechamento de 2023 (1,7%).

“O comércio varejista fecha 2025 com crescimento em relação a 2024, mas com uma amplitude menor. No ano passado, o acumulado de ganhos chegou a 4,1%, um crescimento bem forte. Já 2025 fecha com 1,6%, mais ou menos no mesmo nível de crescimento registrado nos anos anteriores. Em 2023, havia sido de 1,7%, 2022, de 1%, e 2021, de 1,4%. O crescimento de 2025 foi razoavelmente distribuído, puxado pela farmacêutica, por móveis e eletrodomésticos e equipamentos para escritório, informática e comunicação, essa última fortemente influenciada pela forte desvalorização do dólar frente ao real, que ajudou nas vendas de produtos eletrônicos importados, como celulares e laptops”, avaliou o gerente da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, Cristiano Santos.

Em dezembro de 2025, em relação a novembro, as vendas no comércio caíram 0,4%. Frente a dezembro de 2024, o comércio varejista apresentou crescimento de 2,3%.

Em dezembro ante novembro, houve resultados negativos em seis dos oito setores pesquisados: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-5,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (-2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%), móveis e eletrodomésticos (-0,7%), tecidos, vestuário e calçados (-0,4%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

Somente dois dos oito grupamentos pesquisados não registraram taxas negativas: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6%) e combustíveis e lubrificantes (0,3%).

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 1,2% em dezembro ante novembro. Na comparação com dezembro de 2024, o varejo ampliado cresceu 2,8%, enquanto em 2025 acumulou variação de 0,1%.

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Luis
13 de fevereiro de 2026 10:52

Não é o que parece, só vemos comerciantes reclamando das vendas de final de ano de 2025.

Vanderlei Ochoa
13 de fevereiro de 2026 10:50

Brasil melhorando a cada dia. Bons índices de inflação e crescimento econômico. Pleno emprego. Salário mínimo com aumento real acima da inflação todos os anos. Comércio exterior melhorando mesmo com as tarifas do tio sam. Povo voltou a consumir e ter uma vida melhor. Mas a direita que trabalha para latifundiários e grandes empresas querem enganar, afir.ando que o Brasil vai quebrar. Deixem de ser bolos. O povo confia no ESTADISTA LULA.

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