Quinta-feira, 08 de janeiro de 2026

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Cláudio Humberto Verborragia de Lula força revisão da defesa de tirano

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(Foto: Divulgação)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Pesquisas para consumo interno do Palácio do Planalto concluíram que Lula (PT) errou novamente e agora a sua equipe corre para consertar dizendo que o tirano venezuelano Nicolás Maduro era de fato ditador e que o governo petista não reconheceu sua suposta vitória na eleição fraudada. Lula foi fortemente aconselhado a se distanciar da pecha de grande avalista da ditadura no país vizinho. A ordem é que o primeiro escalão não fale da Venezuela. Defesa de Maduro, nem pensar.

Acertou no alvo
Calou fundo a fala do governador paulista Tarcísio de Freitas (Rep), criticando a omissão do petista Lula, que ajudou a prolongar a ditadura.

Até o medo mudou
O medo na Praça dos Três Poderes deixou de ser de notas ou falas críticas e passou a ser de marines desembarcando no pátio do Alvorada.

Na bagagem
O problema é que o recesso de Lula terminou e o petista voltou a Brasília. Com Lula e Janja, voltou o medo do “excesso” nas falas.

Péssimo histórico
Língua solta, Lula no improviso já aliviou para traficantes, ofendeu mulheres e judeus e passou pano para corintiano agressor de mulheres.

Líderes de Lula devem sair em troca de ministros
O recesso parlamentar não ajudou a apaziguar os ânimos entre Lula, petistas e líderes do Congresso Nacional. Ao menos duas lideranças devem deixar os postos nas próximas semanas, Jaques Wagner (PT-BA), líder de Lula no Senado, e o senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do petista. Para não contribuir com a fritura pública dos senadores, Lula deve colocar a substituição no bolo de trocas ministeriais, quando auxiliares sairão para disputar as eleições.

Acordo caro
Wagner, boa praça e raro bom quadro petista, sofre fritura por acordo no episódio da dosimetria, em votação já perdida pelo governo.

“Sustentáculo político”
Com o senador maranhense o cenário é pior. Rocha foi alvo de batida da Polícia Federal em operação sobre a roubalheira do INSS, em dezembro.

Rabo de foguete
O senador é ligado ao “Careca do INSS” e chegou a ter a prisão pedida pela PF, mas escapou do xadrez com a negativa do Ministério Público.

Colapso iminente
Governador do Estado que faz fronteira com a Venezuela, Antonio Denarium avisou que Roraima não tem condições e nem capacidade de atender venezuelanos se aumentar o fluxo de entrada no Brasil.

Comoção
A situação do ex-presidente Jair Bolsonaro movimentou as redes sociais e colocou os termos “Traumatismo” e “Libertem Bolsonaro” entre os assuntos mais comentados do X nessa terça-feira (6).

Algo estranho
Major Araújo (PL-GO) estranha ofensiva do Tribunal de Contas da União contra o Banco Central no caso Master, “O TCU não exerce função de órgão regulador do sistema bancário”, lembra o deputado estadual.

Perseguição implacável
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) registrou indignação após negativa de atendimento hospitalar a Jair Bolsonaro, “o que se vê aqui é cerco, humilhação, intimidação e asfixia física e psicológica”.

Candidatíssimo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez defesa desavergonhada da prisão do narcoditador Nicolás Maduro: “algo precisava ser feito e foi feito”, disse ele em tom pré-presidencial.

Padre de los pobres
A coleção de relógios de luxo do ex-narcoditador venezuelano Nicolás Maduro voltou a viralizar, após sua captura pelos EUA. Só um deles, o Hublot Classic Fusion Cruz-Diez (peça única) vale mais de R$ 600 mil.

Gasto sem dó
O governo Lula (PT) começou o ano sem dó do pagador de impostos, claro. Torrou R$ 38,7 mil com anúncios no Facebook e Instagram no primeiro dia útil de 2026. Continua o maior anunciante da rede social.

Tarda, mas não falha
A cúpula da CPMI do INSS tem absoluta confiança de que, mais cedo ou mais tarde, autoridades usando seus cargos a serviço dos interesses de Daniel Vorcaro (Master) pagarão preço elevado, inclusive pela soberba.

Pensando bem…
…só defende narcoditador quem não vive na narco-ditadura.

PODER SEM PUDOR
Hóspede indigesto
Mocidade era figura folclórica na Paraíba dos anos 60. Não tinha emprego, mas andava bem-vestido graças à generosidade de pessoas como o governador João Agripino, que até permitiu que ele morasse no palácio. Mas Mocidade adorava atacar o governador e pregava a invasão do palácio para “derrubar o governo!”. Agripino soube e o chamou para almoçar: “Mocidade, quem lhe dá quarto e comida?” perguntou. “O senhor”, respondeu. “Como, então, você convoca uma multidão para derrubar o governador?”, devolveu Agripino. Mocidade respondeu com o garfo suspenso na altura do queixo: “Governo tem que se lascar, existe para ser derrubado…”

– Cláudio Humberto, com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos (www.diariodopoder.com.br – IG: @diariodopoder)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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