Quinta-feira, 08 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Thunderstorm

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Viagens de norte-americanos a Cuba despencaram após as restrições impostas por Donald Trump

Compartilhe esta notícia:

(Foto: Reprodução)

A queda acentuada no número de visitantes norte-americanos a Cuba causada pelas restrições de viagem impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contribuiu para um recuo de 7% no número de visitantes estrangeiros na ilha caribenha nos três primeiros meses de 2018, segundo dados oficiais de Cuba.

As restrições e alertas dos EUA a viagens para a ilha de regime comunista foram os culpados pelo número menor de chegadas de norte-americanos em comparação com o mesmo período de um ano atrás, disse o diretor comercial do Ministério do Turismo cubano, Michel Bernal, em uma coletiva de imprensa em Havana, na terça-feira.

Outro problema afetando o setor turístico de Cuba são os temores injustificados com a devastação provocada pelo furacão Irma em setembro, afirmou, dado que o país já consertou há tempos suas instalações turísticas.

“O total de clientes dos EUA está só em 56,6% do que foi em 2017”, explicou Bernal. A estatal Agência de Notícias Cubana publicou a queda no número de visitas totais de estrangeiros separadamente, citando autoridades do setor turístico.

O número de norte-americanos viajando a Cuba disparou depois que o ex-presidente dos EUA Barack Obama chegou a um acordo de reaproximação histórico com o então presidente cubano Raúl Castro em 2014 e afrouxou as restrições de viagem, mas mantendo uma proibição ao turismo.

O aumento das visitas de norte-americanos a Havana, em particular, fomentou o crescimento rápido do incipiente setor privado, e muitos cubanos correram para abrir pousadas e restaurantes. O turismo se tornou um dos poucos destaques de uma economia que luta com controles estatais rígidos, um processo de reforma de mercado difícil, um declínio na assistência da aliada Venezuela e um recuo nos preços globais das commodities.

No entanto, no ano passado Trump voltou a dificultar a ida de seus conterrâneos a Cuba, parte de seu endurecimento com a nação vizinha.

Havana ainda torce para que o número de visitantes estrangeiros chegue à marca de 5 milhões neste ano, disse Bernal. A cifra cresceu 16,2% e chegou a um recorde de 4,7 milhões em 2017.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Justiça concede liberdade para 137 de 159 presos
Conheça a camponesa espanhola que se parece com Donald Trump
Pode te interessar