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Acontece Viva e Deixe Viver promove temática de Halloween no Hospital da Criança Santo Antônio de Porto Alegre

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Atividade aconteceu no sábado (28), quando voluntários da associação, que atua há 18 anos na cidade, visitaram as crianças e contaram histórias fantasiados de bruxas e fantasmas

Foto: Divulgação

A temporada de atrações de Halloween está aberta e a Associação Viva e Deixe Viver, ONG que atua há 18 anos em Porto Alegre com contação de histórias para crianças e adolescentes, promoveu um “Festival de Histórias Halloween” no Hospital da Criança Santo Antônio, na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (RS). A ação aconteceu no último sábado (28), durante toda manhã, quando voluntários contadores de histórias, fantasiados como personagens temáticos, como bruxas e fantasmas, levaram muito carinho e histórias de arrepiar para crianças hospitalizadas. 

Idione Rosa, representante do projeto em Porto Alegre e voluntária contadora de histórias conta sobre a experiência: “Foi uma manhã cheia de contação de histórias temáticas que transformaram o ambiente hospitalar em uma grande festa de Halloween. As histórias efetivamente melhoram a saúde e as circunstâncias físicas e emocionais das crianças, às transportando para outra realidade, distante da vivenciada nos hospitais”. 

O evento “Festival de Histórias”, da Viva e Deixe Viver, acontece sempre em datas temáticas, como Páscoa, Natal, entre outras. 

Os benefícios da contação de histórias 

O ato de contar histórias faz com que as crianças se sintam mais felizes e empoderadas. Em 2021, um estudo do  Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver, comprovou que a contação de histórias reduz o estresse, provoca a queda nos índices de cortisol e aumenta a ocitocina em crianças hospitalizadas. 

O estudo identificou que a leitura também provoca impactos fisiológicos e psicológicos positivos. Por conta das histórias de fantasia, as crianças experienciam sensações diferentes, longe das condições aversivas de uma internação. Para a pesquisa, foram selecionadas 81 crianças, com idades entre dois e sete anos e que apresentavam condições clínicas similares e problemas respiratórios como asma, bronquite e pneumonia. Elas estavam internadas em UTI no Hospital São Luiz Jabaquara, da Rede D’Or, em São Paulo.

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