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Mundo WhatsApp é multado na Rússia por não apagar conteúdos

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É a primeira vez que o aplicativo de mensagens sofre penalidade por este motivo no país

Foto: Pixabay
É a primeira vez que o aplicativo de mensagens sofre penalidade por este motivo no país. (Foto: Pixabay)

A Rússia multou o WhatsApp em 3 milhões de rublos (aproximadamente R$ 187 mil) por não deletar conteúdo considerado proibido no país. Essa é a primeira vez que o aplicativo de mensagens sofre penalidade por este motivo no território.

Segundo a agência de notícias RIA, o conteúdo proibido que a plataforma digital teria se recusado a remover são informações sobre o medicamento Lyrica, cuja venda e fabricação são proibidas na Rússia.

Embora o conflito do país com a big tech seja antigo, após o início da guerra na Ucrânia, a Rússia implementou rigorosas regulamentações de censura militar, leis essas que resultaram na imposição de multas a várias empresas de tecnologia, incluindo empresas como o Google, Wikipedia e Discord.

A Meta, administradora do WhatsApp e Facebook, ainda não se pronunciou sobre o caso.

Popularidade no Brasil

Não apenas na Rússia, mas no Brasil o WhatsApp não é só apenas o aplicativo de mensagens mais utilizado (entre outros concorrentes como Telegram) como também é o mais presente nos smartphones e na tela inicial dos dispositivos (como ícone de atalho).

De acordo com um estudo feito pela Panorama Mobile Time/Opinion Box, junto ao WhatsApp está também o Instagram.

Juntos, eles formam a dupla queridinha do brasileiro, com WhatsApp marcando 59% de presença nos celulares e o Instagram 55%.

Novidades no WhatsApp

Nesta quinta-feira (8) a Meta apresentou os Canais do WhatsApp, uma ferramenta para os administradores enviarem textos, fotos, vídeos, figurinhas e enquetes para um número ilimitado de integrantes.

Colômbia e Singapura serão os primeiros países a ter o recurso. Entretanto, não há data definida para lançamento no Brasil.

A ideia é tornar o aplicativo um “produto de mensagens de transmissão privada”, diz a dona do WhatsApp. “Vamos permitir que qualquer pessoa crie um canal”, reitera a empresa, em seu blog.

Os grupos do aplicativo continuarão diferentes dos Canais porque, neles, existem limitações de integrantes e de encaminhamento de mensagens, por exemplo.

“Entendemos que há alguns casos em que canais com essa proteção para um público limitado podem fazer sentido, como uma organização de saúde ou sem fins lucrativos, e estamos considerando isso como uma opção futura também”, coloca o WhatsApp em texto no seu blog.

Foto de perfil e informações de contato do administrador do canal não serão visíveis para os seguidores.

Da mesma maneira os seguidores não terão seus números de telefone revelados. Ou seja, seus contatos não saberão quais canais você segue.

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Nilton G Veiga
9 de junho de 2023 13:42

Opressão ditatorial lá e cá.

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