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Colunistas Zucco defende na Farsul retomada da força política em Brasília

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Zucco, pré-candidato ao Piratini, participou com a pré-candidata a vice, deputada Silvana Covatti, e a ex-senadora Ana Amélia, da reunião da diretoria da Farsul em Porto Alegre

Foto: Arquivo pessoal
Zucco, pré-candidato ao Piratini, participou com a pré-candidata a vice, deputada Silvana Covatti, e a ex-senadora Ana Amélia, da reunião da diretoria da Farsul em Porto Alegre. (Foto: Arquivo pessoal)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Acompanhado pela pré-candidata a vice, deputada Silvana Covatti, e pela ex-senadora Ana Amélia, que coordena a área do agronegócio no seu plano de Governo, o pré-candidato ao governo do Estado Luciano Zucco (PL) participou na tarde de segunda (27) de encontro promovido pela Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul).

Zucco reforçou um diagnóstico recorrente entre lideranças do setor produtivo: o Rio Grande do Sul perdeu força política em Brasília e precisa retomar sua capacidade de articulação para avançar em pautas estruturantes. Ele destacou o fortalecimento da ponte entre o Rio Grande do Sul e Brasília como um dos pilares do projeto de governo.

Segundo o pré-candidato, “grande parte das demandas do Estado, especialmente em infraestrutura, securitização, acesso ao crédito e apoio ao agro, depende diretamente de uma atuação coordenada junto ao governo federal e ao Congresso Nacional”.

Zucco destacou o fortalecimento da ponte entre o Rio Grande do Sul e Brasília como um dos pilares do projeto de governo. Segundo ele, hoje há uma desconexão e uma falta de articulação política que impedem o avanço de obras e políticas fundamentais.

“Precisamos ter uma ligação efetiva entre o Estado e Brasília. O atual governo não tem reunido a bancada federal gaúcha. Sem articulação, não vamos duplicar a BR-290, nem recuperar rodovias ou avançar nas principais demandas que estamos ouvindo no interior no programa Força Gaúcha, voltado à construção do nosso plano de governo”, afirmou.

Zucco apontou outras prioridades que também dependem de articulação nacional, como a retomada da malha ferroviária, que caiu de mais de 3 mil quilômetros para menos de 900 no estado, a renegociação da dívida do Rio Grande do Sul com a União, hoje superior a R$ 100 bilhões, e a própria securitização das dívidas dos agricultores. Zucco frisou que todas essas demandas constam em documento que foi entregue por ele ao presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), durante recente visita de Flávio a Porto Alegre.

Demandas do setor produtivo

Zucco ainda mencionou outras questões importantes do setor produtivo a serem tratadas num eventual governo, entre elas a criação de uma política permanente de irrigação, a desburocratização dos processos de licenciamentos ambientais e o fortalecimento da logística, incluindo conectividade e energia.

Também apontou como prioridade o desenvolvimento de capital humano, diante da falta de mão de obra qualificada, apontada como uma dificuldade por 85% da indústria em pesquisa da FIERGS, além da necessidade de qualificar o ensino e melhorar o ambiente de negócios no Estado.

Segundo Zucco, todas essas ações devem ser construídas de forma conjunta, com participação ativa das entidades e setores produtivos. “Outro compromisso que estará no nosso plano de governo é formar um secretariado por critérios de eficiência, capacidade técnica e preparo, e não por indicações partidárias. Isso estará, inclusive, no nosso plano de governo”, acrescentou.

Histórico de defesa na Câmara

Zucco também citou iniciativas já conduzidas por ele enquanto deputado federal, como a aprovação do projeto da securitização das dívidas rurais na Câmara, a atuação contra o leilão para importação de arroz e a presidência da CPI do MST. Lideranças do setor presentes ao encontro, como Luís Fernando Cavalheiro Pires, lembraram que Zucco “foi o primeiro a apresentar projeto para a renegociação das dívidas dos produtores depois das enchentes de 2024 e nunca disse um não para os produtores”, pontuou.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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