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57 milhões de brasileiros não conseguem pagar as contas

Com a crise e os juros nas alturas, aumentou a pilha de contas não pagas pelos brasileiros. (Foto: reprodução)

A taxa de juros do cartão de crédito seguiu em disparada e bateu 415,3% ao ano no rotativo em novembro – aumento de 10,1 pontos percentuais em relação a outubro e de 83,7 pontos no acumulado do ano, segundo o BC (Banco Central). Quando se considera pagamento parcelado e à vista, o percentual médio subiu para 99% por ano – o patamar mais elevado da série histórica, iniciada em março de 2011.

O custo do cheque especial também subiu e atingiu 284,8% ao ano. É a maior taxa desde maio de 1995, quando era de 286,2%, conforme o BC. Já a taxa do crédito pessoal ficou em 120,4% ao mês, caindo em relação a outubro, mas com alta de 18,5 pontos em um ano.

Com a crise e os juros nas alturas, aumentou a pilha de contas não pagas de pelo menos 57 milhões de brasileiros. Um levantamento utilizando dados do Serviço de Proteção ao Crédito mostra que a maior parte das dívidas é com os bancos (48,2%). Em seguida, vem o comércio (20%). Apesar de dívidas com água e luz serem menos comumente atrasadas (7%), especialistas pontuam que o aumento gradativo do endividamento com esse tipo de conta é preocupante, pois revela que o orçamento está muito comprometido. (AG)

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