Últimas Notícias > CAD1 > “Nunca estivemos tão próximos”, diz presidente Romildo sobre a compra da gestão da Arena

Eduardo Bolsonaro chega armado para uma reunião na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro

Eduardo visitou o pai no hospital com uma pistola na cintura na segunda-feira, em São Paulo. (Foto: Reprodução/Instagram)

Ao chegar para uma reunião na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) na manhã desta terça-feira (10), o deputado federal Eduardo Bolsonaro fez questão de dizer que estava armado, mas ressaltou que “não era para ninguém ficar com medo”.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Eduardo se reuniu com empresários na sede da entidade, no Rio, onde pediu apoio ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que, segundo ele, seria vítima de um ataque orquestrado por ONGs que perderam dinheiro do governo. “O Salles é um dos maiores ministros do governo”, disse Eduardo.

Pistola

O deputado federal Eduardo Bolsonaro compartilhou no seu Instagram na segunda-feira (09) uma imagem da visita feita ao pai no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde o chefe do Executivo federal se recupera de uma cirurgia na região do abdômen. Na imagem, o deputado aparece ao lado da cama com uma pistola Glock de cor preta na cintura.

Junto à foto, ele escreveu: “Tudo bem com Jair Bolsonaro. Mais uma vez, agradecemos à equipe médica que realizou a cirurgia e a todos que oraram, rezaram ou de alguma maneira enviaram energias positivas. Deu certo”.

Eduardo tem direito à posse e ao porte de armas. Em comunicados públicos, o deputado já afirmou ser colecionador de armas e adepto da prática de tiro esportivo.

Bolsonaro está em uma ala reservada do hospital. O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse que Bolsonaro tem uma “evolução muito positiva” em sua recuperação.

Votos

Eduardo disse que já tem os votos suficientes de senadores para ter o seu nome aprovado para ser o novo embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

“Acredito que hoje, se fosse votado, acredito que sim, acredito que conseguiria ser aprovado”, disse Eduardo em entrevista concedida ao site Congresso em Foco. Ele destacou que está bem esperançoso e confiante mesmo diante do fato de a votação ser secreta. Para ser aprovado, Eduardo tem de receber o apoio de ao menos 41 dos 81 senadores na votação no plenário do Senado.

Na entrevista, o filho do presidente não respondeu diretamente sobre o motivo da demora no envio oficial da sua indicação ao Senado. Disse que está estudando para “tirar nota 10” e tem aproveitado as visitas aos senadores para divulgar suas ideias.

Deixe seu comentário: