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Fim da epopeia

Medida é um dos pilares para o controle dos gastos públicos. (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)

Dos 60 senadores que votaram ontem a favor da reforma da Previdência, nem a metade sabe detalhes do projeto. Aprovaram porque perceberam que aumenta, ano a ano, o rombo com o pagamento de aposentadorias e pensões. Não havia outra saída.

O governo nem se deu ao trabalho de detalhar os cálculos atuariais. Sabe que Suas Excelências não passam de generalistas. Vão, no máximo, até a leitura rápida do texto. Entender é outra coisa.

Saída em fila

A executiva nacional do PDT marcou para 25 de novembro o julgamento dos oito deputados federais que votaram a favor da reforma da Previdência, contrariando orientação. Quatro já encaminharam a desfiliação. Daqui um mês e dois dias, os restantes já terão tomado o mesmo caminho.

Irresponsabilidade

Em 2005, havia 4 milhões e 767 mil servidores municipais ativos. No final do ano passado, o total atingiu 6 milhões e 531 mil. São raras as prefeituras com sistema previdenciário organizado e fundo de reserva para pagamentos de aposentadorias e pensões. Pobres contribuintes que verão os impostos indo às alturas para cobrir os déficits.

Senha do rompimento

A deputada federal Joice Hasselmann, ex-líder do governo no Congresso, dinamitou a ponte com o Palácio do Planalto. Usou só duas frases: “Falei ao presidente Bolsonaro para tirar o celular dos meninos, apagar o facebook, twitter, apagar tudo. Cada macaquinho no seu lugar.”

Não sobrou pedra sobre pedra.

O que dá certo no País

Caso se confirme a colheita de 126 milhões de toneladas de soja na safra 2019/2020, o Brasil se tornará o maior produtor do mundo, ficando 30 milhões acima dos Estados Unidos.

O governo prepara desde já comemoração no Palácio do Planalto e destacará a importância do Rio Grande do Sul.

Buscam agulha no palheiro

Na Câmara dos Deputados, funciona a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito das Notícias Falsas. Durante a reunião de ontem, especialistas convidados foram unânimes em apontar que a disseminação está ligada à disputa política.

Só eles não sabiam…

À espera

Esta semana, a prisão de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, completa três anos. As refeições de 1 mil e 300 dólares no restaurante Gu Savoy e de 1 mil e 117 dólares no Le Grand Vefour, da lista dos famosos de Paris, foram trocadas por quentinhas. Poderá ser beneficiado com a liberdade, se o Supremo Tribunal Federal não considerar suficiente a condenação em segundo grau para manter o réu detido.

Ficou no papel

A Prefeitura de Porto Alegre, a 23 de outubro de 1999, anunciou a construção de um complexo de lazer entre a Usina do Gasômetro e o armazém A-7 do Cais Mauá. A área de 20 mil metros quadrados incluía marina pública, centro cultural e gastronômico, além de escola de esportes náuticos. O prazo para conclusão era dezembro de 2001.

Hoje, quem passa pela área pode fechar os olhos e apenas sonhar.

Há 95 anos

A 23 de outubro de 1924, o capitão Luiz Carlos Prestes mostrou ao Batalhão Ferroviário, sediado em Santo Ângelo, telegrama falso que o autorizava a assumir o comando. Começava a Coluna Prestes. Com 1 mil e 500 apoiadores, percorreu 25 mil quilômetros. Só terminou dois anos e três meses depois, quando chegou à Bolívia.

Deu no site

“Deputados federais comemoram fim do horário de verão.”
Para fazer cartaz com o presidente Bolsonaro, pai da ideia.

Deixem para quem conhece

Comissão externa do Senado vai acompanhar por 180 dias o derramamento de petróleo no Litoral do Nordeste. Desistirão ao primeiro grito de “homens ao mar”.