Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019

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Capa – Caderno 1 A inflação para o consumidor caiu em todas as capitais pesquisadas na última semana de agosto

Os dados do IPC-S foram divulgados pela Fundação Getulio Vargas. (Foto: Divulgação)

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) caiu nas sete capitais pesquisadas na última semana de agosto, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (04) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Em Porto Alegre, a inflação para o consumidor registrou variação de
0,36% no período. O resultado foi 0,21 ponto percentual inferior ao verificado na terceira semana de agosto. Nesta edição, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas na Capital gaúcha, entre as quais se destacam os grupos alimentação e transportes, cujas taxas passaram de 0,31% para -0,18%, e de 1,71% para 1,28%, respectivamente.

O índice também caiu nas cidades de Salvador (-0,01% para -0,29%), Recife (-0,10% para -0,26%), Brasília (0,48% para 0,37%), Belo Horizonte (0,34% para 0,24%), Rio de Janeiro (0,30% para 0,11%) e São Paulo (0,38% para 0,18%), conforme a FGV.

Confiança empresarial

O ICE (Índice de Confiança Empresarial) medido pela FGV subiu 1 ponto em agosto, para 85,8 pontos. Após a segunda alta consecutiva, o índice recuperou 80% da perda de 2 pontos observada em junho.

“Depois do período de consistentes altas nos cinco primeiros meses do ano, a confiança empresarial sofreu um choque negativo em junho, após a crise política, e agora retorna ao nível de maio passado. O ajuste dos últimos meses ocorreu com uma redução do otimismo das empresas quanto às perspectivas de aceleração do nível de atividade nos meses seguintes, associada a uma melhora na avaliação com relação à situação presente dos negócios. Em síntese, a economia segue recuperando a passos lentos”, afirmou Aloisio Campelo Jr., superintendente de estatísticas públicas da FGV.

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro macrosetores cobertos pelas sondagens empresariais produzidas pela FGV: indústria, serviços, comércio e construção. A agregação é realizada por pesos econômicos, tendo como referência dados extraídos das pesquisas estruturais anuais do IBGE (PIA, PAS, PAC e PAIC). A variável de ponderação dos setores é o valor adicionado, exceto pelo setor de comércio, cujo peso é determinado pela margem de comercialização. As séries completas dos indicadores de confiança empresarial são dessazonalizadas a cada mês.

Considerando-se os dois horizontes de tempo da pesquisa, a maior contribuição para o aumento da confiança empresarial em agosto foi dada pelo Índice de Situação Atual, que subiu 1 ponto em relação a julho, alcançando 81,3 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2015 (82,8 pontos). Já o Índice de Expectativas aumentou 0,5 ponto em agosto, para 92,2 pontos, ficando ainda abaixo do maior valor registrado no ano (94 pontos em abril).

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