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Polícia investiga se PMs foram ao hospital tentar pegar bala que atingiu menina Ágatha, no RJ

Ágatha é a quinta criança vítima de tiroteios no RJ apenas em 2019. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Nesta quinta-feira (3), o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou no Twitter que vai  apurar “com rigor” a denúncia de que um grupo de policiais militares invadiu o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, zona Norte do Rio, um dia após a morte da estudante Ágatha Félix, para exigir dos funcionários a entrega da bala que matou a menina, no Complexo do Alemão, também na zona Norte.

A informação foi divulgada pelo site da Veja. Conforme a revista, os médicos se recusaram a entregar a bala, e os policiais foram embora. Só um fragmento da bala foi encontrado pelos médicos, e encaminhada à Polícia Civil, que concluiu não ser possível compará-la com as armas dos policiais que estavam patrulhando a região no momento.

A corporação ressaltou que é comum policiais irem a unidades de saúde para checar informações sobre a entrada de vítimas de armas de fogo.

Fontes da Polícia Civil disseram que há indícios de que o tiro que matou a Ágatha tenha saído da arma de um policial militar. Investigadores disseram que esse policial participou da reprodução simulada e passou mal ao relembrar o que aconteceu na noite do crime.

Para a Polícia Civil, a probabilidade é grande de que não tenha havido confronto. Apenas dois tiros teriam sido disparados. Dos 11 policiais militares investigados no caso, somente dois aceitaram participar da simulação. O resultado dessa reprodução deve sair nas próximas semanas.