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Reforma da Previdência quer equilibrar contas internas

Ministro Padilha (Foto: Banco de Dados)

“A Reforma da Previdência veio tarde: está pelo menos dez anos atrasada”, afirmou o chefe da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, durante encontro com jornalistas do Clube de Opinião, em Porto Alegre. O ministro acredita que tão logo seja concluída a votação da proposta de emenda constitucional que cria um teto de gastos para os poderes, a prioridade passa a ser o novo regulamento da Previdência.

Ele avalia que “a atual situação é resultado de um desleixo de todos nós, não vamos apontar o dedo para ninguém”. Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Previdência, que conclui um documento que já possui dez páginas com a nova legislação, Padilha torce para que a proposta não seja desfigurada pelo Congresso Nacional. Adverte que “se não fizermos agora a reforma, o sistema acaba em 2024, portanto daqui a oito anos, quando as receitas da União cobrirão apenas a folha de salários, saúde e educação, não sobrando recursos para mais nada”.

Prioridade é gerar empregos, afirma Michel Temer

Uma das principais prioridades do governo federal é gerar empregos para milhões de brasileiros. Para isso, é fundamental o ajuste das contas públicas. E a Pec que limita os gastos públicos fará isso. “O primeiro direito social é o emprego. É para isso que estamos trabalhando”, afirma o presidente Michel Temer.

PSB compra briga com Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro promete uma resposta esta semana, caso se confirme a parceria da direção nacional do PSC (Partido Social Cristão) com PCdoB – Partido Comunista do Brasil. Bolsonaro por enquanto diz que “fui pego de surpresa e o compromisso do partido de uma nova linha de ação vai por água abaixo! Algo acontecerá depois de mais esta atitude inacreditável! Qual o interesse deles? Logo me posicionarei sobre o que esta acontecendo e tenham certeza. Ou assumem nossos ideais ou estou fora do PSC! se já não for tarde demais!”.

Alceu Moreira calcula ganhos com repatriação

O valor destinado ao Estado, sem incluir a parte destinada aos municípios, proveniente da repatriação de recursos que estavam no exterior será entre R$ 83,3 milhões e R$ 123,1 milhões. A variação é possível pelos critérios de rateio do FPE (Fundo de Participação dos Estados), que fará o repasse. A informação é resultado de estudo encomendado pelo deputado Alceu Moreira (PMDB), vice-líder do governo Temer, logo após o anúncio da Receita Federal no começo da semana.

Segundo os dados trazidos pelo deputado, a repatriação gerou ao País um montante de R$ 50,9 bilhões, sendo que R$ 12 bilhões serão enviados para estados e municípios. No total, 25 mil contribuintes e 103 empresas regularizaram de cerca de R$ 170 bilhões que estavam no exterior.

Ana Amélia sugere reflexão sobre a eleição

A senadora Ana Amélia fez no fim de semana, uma avaliação levando em conta o alto índice de abstenções e votos brancos e nulos nas eleições deste ano. O índice elevado – 32,5% no segundo turno – “reforça a relevância de debatermos no Congresso, ouvindo a sociedade, sobre a oportunidade de tornar o voto facultativo. O eleitor deve saber da importância de votar e escolher seus representantes, mas deve ter a liberdade de decidir sobre sua participação no processo. Outro tema que o Congresso precisa analisar é o fim da reeleição, com mandato de cinco anos. Além dessas, outra iniciativa importante, já pautada no Senado, é a nova legislação para criação de partidos políticos, medida inadiável e que tem meu apoio”, afirma a senadora gaúcha.

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