Quinta-feira, 03 de setembro de 2026
Por Flavio Pereira | 26 de outubro de 2023
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Nesta quinta-feira, a 3ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado julga, a partir das 14h, uma ação de grande relevância para o desenvolvimento de Passo Fundo e do Rio Grande do Sul. Como já abordei na coluna dias atrás, a Justiça vai decidir o futuro da antiga área da Manitowoc, uma ação que tramita desde 2016, quando a empresa norte-americana encerrou a produção de guindastes no local devido à crise econômica nacional de 2015/16.
Apesar de haver consenso sobre a urgência de retomar as atividades industriais na área que está ociosa, um possível acordo entre a prefeitura e a PAR Soluções Agrícolas, que adquiriu o CNPJ da Manitowoc, sofre resistências.
Uma ação popular pediu a devolução da área, sem ressarcimento por benfeitorias feitas pela Manitowoc. Obteve êxito em primeira instância. No TJ, porém, houve a possibilidade de acordo entre as partes, especialmente depois que o respeitado empresário Antônio Roso adquiriu o CNPJ.
A empresa, a princípio, formulou proposta para retomar a atividade industrial com ressarcimento ao município e previsão de investimento no local. Diante de manifestações do Ministério Público, que não é parte da ação, mas emitiu recomendação para que a prefeitura se abstivesse de qualquer movimento, o Executivo acabou desistindo do acordo.
A PAR fez nova proposta, aceitando a devolução da área ao município, indicando participação no certame público, mas pedindo indenização de 50% sobre o que foi apurado em parecer técnico das benfeitorias feitas anteriormente. O município não concordou e fez contraproposta, aceitando a devolução da área para fazer licitação e oferecendo apenas 30% sobre os 50% pedidos pela PAR como indenização, cujo recurso viria de outorgas da área. A PAR aceitou a proposta, mesmo discordado do valor.
O Ministério Público, como era de se esperar, manifestou, em parecer, sua discordância, pedindo o cumprimento da sentença de primeira instância. Além disso, levou em conta acusações estapafúrdias de um empresário ligado ao agro, que sofre inclusive uma ação extrajudicial da Manitowok.
Importante lembrar que a PAR pretende produzir implementos para silos, ajudando a amenizar o déficit de armazenagem de grãos que pode provocar um apagão no agro brasileiro.
Não apenas Passo Fundo, mas o Rio Grande do Sul merece uma solução breve para a retomada da área. Que o melhor caminho seja tomado, porque as pendengas judiciais podem levar décadas e os empregos tão esperados poderão ser encontrados em outros Estados vizinhos ou no Centro-Oeste brasileiro.
Jairo Jorge leva à Assembleia e ao governo alerta para caos na saúde de 150 cidades da região.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Vilmar Zanchin, e o vice-governador Gabriel Souza receberam ontem de uma comitiva de lideres canoenses, o alerta para os riscos que a saúde do municipio vem correndo. Tanto Zanchin, quanto Souza prometeram atenção especial à gravidade da situação da saúde dos hospitais canoenses. O prefeito de Canoas, Jairo Jorge, que liderou o grupo com 19 dos 21 vereadores e dirigentes dos tres hospitais da cidade, que atendem cerca de 150 municipios, alertou que “o Assistir (programa do governo gaúcho, que definiu critérios técnicos de rateio dos recursos públicos destinados a serviços de saúde ambulatoriais e hospitalares) já retirou R$ 20 milhões das nossas instituições. O que pedimos é que os cortes não tenham aumento no índice a partir de janeiro. Estamos aqui, não para fazer uma crítica ao Assistir. O que pedimos é que ele seja revisto, pois essa retirada de recursos afetou especialmente Canoas. Em uma situação de restrição de atendimentos, superlota hospitais de outras cidades”.
Prefeitos debatem o Programa Assistir
Nesta quinta-feira (26), uma reunião com o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, acontecerá na Granpal, a Associação dos municípios da Grande Porto Alegre, e diversos prefeitos do Estado para debater sobre o programa Assistir. Lemos é o relator designado pelo governador Eduardo Leite para dialogar com prefeitos e secretários de saúde sobre o formato do programa. A reunião inicia às 10h, na sede da entidade.
Humor com coisa séria
A piada de ontem nos meios diplomáticos:
– Netanyahu e Putin exigem de Lula um cessar fogo imediato no Rio!
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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o correto é desgoverno CHANTAGISTA
Como estás bonzinho. Nada de ataques ao governo do ESTADISTA…HHUMMM muito estranho. Estás se redimindo? Não esttás com febre? è bom verificar isso.
Estamos morrendo de rir da piada do último parágrafo. A “Praça é nossa” tá precisando de palhaços. Vai lá.
Há décadas que a bandidagem “vítima da sociedade” (como os criminosos são chamados pelo lulopetismo) transformou o belo Rio de Janeiro numa Faixa de Gaza…
Sobre o 08 de Janeiro: Bandido bom é bandido o quê mesmo? Direitos humanos é para humanos direits, mnão é o que a extrema direita bolso-terrorista-golpista sempre pregou? Fica a pergunta para quem tem bandidos de suas preferências. Viu, como cuspir para cima pode voltar no teu olho??? Isso aí.
Falando na bandidagem, será que os “diálogos cabulosos” entre organizações criminosas foram reativados ???