Quarta-feira, 09 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 17 de agosto de 2026
Os equipamentos adquiridos possuem especificações equivalentes às bombas emprestadas pela Sabesp durante a enchente histórica de 2024
Foto: Luciano Lanes/PMPAO Dmae (Departamento Municipal de Água e Esgotos) investiu R$ 26,5 milhões na aquisição de 17 bombas flutuantes de grande porte para reforçar o sistema de proteção contra cheias de Porto Alegre.
Somadas, as bombas têm capacidade para movimentar 25 mil litros de água por segundo, permitindo o deslocamento de grandes volumes de um ponto para outro em situações que exigem o rápido escoamento da água.
Os equipamentos adquiridos possuem especificações equivalentes às bombas emprestadas pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) à Capital gaúcha durante a enchente histórica de 2024. A previsão é de que todas as unidades estejam disponíveis para operação até o fim deste mês.
“Estamos incorporando ao sistema equipamentos de grande capacidade, que conseguem retirar, em cerca de 30 minutos, um volume de água equivalente ao de uma piscina olímpica. São estruturas que estarão permanentemente disponíveis para reforçar a atuação do Dmae em toda a Capital”, afirmou o diretor-presidente do Dmae, Vicente Perrone.
As bombas flutuantes recebem esse nome por sua característica de operação. Os equipamentos permanecem sobre a água durante o funcionamento. Com cerca de 10 toneladas cada, não dependem de estruturas fixas e podem ser transportados para diferentes regiões da cidade conforme a necessidade.
Dos 17 equipamentos, oito serão destinados à região entre os bairros Anchieta e Sarandi, na Zona Norte. As bombas integrarão a estrutura de proteção que está sendo implantada no local e substituirão, nas próximas semanas, os equipamentos anfíbios instalados para garantir a continuidade das obras.
As demais unidades permanecerão à disposição do Dmae para ações de proteção contra cheias e macrodrenagem em diferentes regiões de Porto Alegre, podendo ser mobilizadas sempre que houver necessidade de ampliar a capacidade de retirada de água em razão de fortes chuvas.
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Se não tirar os entulhos das calha dos rios….NÃO ADIANTE TIRAR DO PONTO a e enviar para o ponto b……
A gestão de Olívio Dutra no governo do Rio Grande do Sul (1999–2003) adotou medidas de restrição e zoneamento ambiental que impactaram a extração de areia e a mineração no Lago Guaíba…..
TUDO O QUE DE RUIN , EESTAMOS PASSANDO HOJE TEM UM SÓ NOME ….LULISMO