Quarta-feira, 22 de julho de 2026

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Cinema 1º Festival Cinema Negro em Ação anuncia produções selecionadas para mostra competitiva

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O anúncio dos selecionados para o festival foi nesta quinta.

Foto: Reprodução
O anúncio dos selecionados para o festival foi nesta quinta. (Foto: Reprodução)

A curadoria do 1º Festival Cinema Negro em Ação divulgou nesta quinta-feira (5) os selecionados entre 280 obras inscritas na mostra competitiva. A relação completa está disponível no site da Sedac (Secretaria da Cultura).

Em uma ação afirmativa inédita, os concorrentes nas categorias curta-metragem (33), longas-metragens (5), videoclipes (19) e videoarte (16) serão exibidos em 20 horas de programação da TVE-RS (canal 7.1 no sinal aberto, canal 7 na Net ou on-line em tve.com.br/tve.ao.vivo). Também será possível acompanhar as exibições pela fanpage da CCMQ (Casa de Cultura Mario Quintana).

O evento realizado pela Casa de Cultura Mario Quintana e pelo Iecine (Instituto Estadual de Cinema), instituições da Sedac, ocorrerá de 20 a 27 de novembro, como parte da programação do Mês da Consciência Negra. A maioria dos trabalhos selecionados leva assinaturas de mulheres, e os concorrentes são de Estados de todas as regiões do Brasil e também de Portugal.

O diretor do Iecine, Zeca Brito, vê o Festival Cinema Negro em Ação como um marco nas políticas afirmativas do audiovisual gaúcho. “Os selecionados também serão exibidos na plataforma Cultura em Casa, para todo o Brasil, e nas redes sociais da CCMQ e do Iecine”, informa Brito.

O diretor da CCMQ, Diego Groisman, situa o festival dentre as ações sempre pautadas pelas políticas da inclusão e da diversidade conduzidas pela Sedac. “Viabilizar um evento que busca valorizar a produção audiovisual de pessoas negras é algo muito importante para a gente. A Camila de Moraes, idealizadora e curadora do projeto, é a única mulher negra a dirigir um filme longa-metragem no circuito comercial brasileiro, nos últimos 35 anos, pelo menos. É um dado estarrecedor como este que nos mostra o quão importante é existir um evento como o 1º Festival Cinema Negro em Ação”, avalia Groisman.

A secretária da Cultura, Beatriz Araujo, destaca a dimensão do festival, agradecendo a participação de mais de 300 inscritos, de todas as regiões do País e do exterior, diretores que escolheram o Rio Grande do Sul para exibir seus filmes. “O Cinema Negro em Ação hoje é uma realidade. Uma ação afirmativa que contempla toda a diversidade da produção negra do audiovisual brasileiro. A Sedac se orgulha de promover este festival, que irá revelar uma novíssima produção, construindo empatias, empoderando e dando visibilidade a esses realizadores”, comemora Beatriz.

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