Quinta-feira, 17 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Dólar fecha a R$ 5,13 e Bolsa sobe após decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos

Compartilhe esta notícia:

No mercado acionário, o Ibovespa foi sustentado principalmente por ações de empresas com grande peso no índice.

Foto: B3/Divulgação
No mercado acionário, o Ibovespa foi sustentado principalmente por ações de empresas com grande peso no índice. (Foto: B3/Divulgação)

O dólar comercial fechou em queda de 0,25% nesta quinta-feira (17), cotado a R$ 5,1392. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, avançou cerca de 0,5% e encerrou o pregão aos 186 mil pontos. O mercado repercutiu a decisão do Federal Reserve de reduzir os juros nos Estados Unidos, além do corte da Selic anunciado pelo Banco Central brasileiro na quarta-feira (16).

O dólar chegou a operar em alta durante o pregão, mas perdeu força ao longo do dia. A moeda norte-americana reagiu inicialmente de forma negativa ao anúncio do reajuste de 15,04% do Bolsa Família, que terá impacto estimado em R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026 e de R$ 22,7 bilhões em 2027.

Ao final da sessão, porém, o dólar à vista recuou R$ 0,0129 em relação ao fechamento anterior. Com o resultado desta quinta-feira (17), a moeda passou a acumular queda de 6,37% no ano.

No mercado acionário, o Ibovespa foi sustentado principalmente por ações de empresas com grande peso no índice. Na abertura dos negócios, os papéis da Embraer e da Vale estavam entre os destaques positivos. Às 10h13, o índice subia 0,19%, aos 185.901 pontos.

No cenário internacional, os investidores repercutiram a decisão do Federal Reserve de cortar a taxa básica de juros dos Estados Unidos. A medida contribuiu para reduzir os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e pressionou o dólar no mercado internacional.

A decisão do Fed também influenciou os mercados de outros países. O índice que acompanha as bolsas latino-americanas registrava alta de aproximadamente 0,6% nesta quinta-feira (17), enquanto as moedas da região apresentavam movimentos mais contidos.

No Brasil, o mercado também continuou avaliando a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Na quarta-feira (16), o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo promovido pelo Copom.

A autoridade monetária afirmou que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para a meta e destacou a necessidade de acompanhar a evolução da atividade econômica, das expectativas de inflação e do cenário externo.

A proximidade das eleições também permanece no radar dos investidores. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e questões relacionadas à política econômica, às contas públicas e às propostas dos candidatos são acompanhadas pelo mercado.

Além do ambiente doméstico, as negociações continuam influenciadas pelas decisões dos bancos centrais e pelo comportamento dos ativos internacionais. A trajetória dos juros norte-americanos é particularmente relevante para mercados emergentes, pois pode afetar o fluxo de recursos para países como o Brasil.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Campanha de Lula pede direito de resposta ao Tribunal Superior Eleitoral após “pronunciamento” de Flávio
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x