Quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
14°
Light Rain

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Medidas fiscais do governo são positivas, diz agência de risco

Compartilhe esta notícia:

Mauro Leos, analista da agência Moody’s. (Reprodução)

As medidas fiscais anunciadas pelo governo brasileiro na segunda-feira são um desenvolvimento positivo e mais equilibradas do que as propostas anteriores, que lidavam basicamente com medidas do lado da receita, segundo o analista da agência de classificação de riscos Moody’s Mauro Leos.

“O objetivo deste novo pacote fiscal é manter a sustentabilidade fiscal diante da sinalização de que o governo não será capaz de entregar um superávit primário em 2016. É uma tentativa de demonstrar que está no controle e lidando com a situação fiscal de forma pró-ativa”, disse Leos, em comunicado.

Na segunda-feira, o governo anunciou um pacote de medidas fiscais no valor de 64,9 bilhões de reais, com o objetivo de garantir um superávit primário em 2016 e resgatar a credibilidade da política fiscal, menos de uma semana após o Brasil perder o selo de bom pagador pela Standard & Poor’s. Segundo Leos, o plano do governo de adotar medidas estruturais para lidar com a rigidez do orçamento é positivo. “É fundamental para estabilizar a dívida, condição necessária para manter o rating Baa3 e a perspectiva estável.”

A Moody’s cortou o rating do Brasil no começo de agosto para a última nota dentro da classificação de grau de investimento, e alterou a perspectiva para estável. A atual proposta do governo representa, conforme Leos, uma abordagem mais equilibrada do que as anteriores, que eram formadas principalmente por medidas do lado da receita.

Volta da CPMF

O governo informou que proporá o retorno da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), com alíquota de 0,2%, inferior, portanto, aos 0,38% que vigoravam antes. Também informou que reduzirá o IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras). Com isso, espera conseguir 32 bilhões de reais em 2016. (AG)

tags: Brasil

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Ministro do Supremo nega liminar do governo gaúcho que tentava evitar bloqueio das contas do Estado
Proclamação da República
Proclamação da República Rio-Grandense
Pode te interessar