Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 13 de dezembro de 2020
Um dos mais tradicionais eventos da programação de fim de ano em Porto Alegre, a Feira de Natal do Bom Fim tem a sua trigésima-sexta edição a partir desta segunda-feira (14) no canteiro central da avenida José Bonifácio, em frente ao Colégio Militar, no bairro Farroupilha.
Dentre os produtos oferecidos ao público estão velas decorativas, bonecas de tecido, artesanato em vidro, brinquedos em madeira, artigos em tricô e crochê, couro, tecido e prata. As bancas permanecem no local até a sexta-feira, das 16h às 21h.
A realização da feira tem o apoio da Coordenação de Fomento de Atividades da SMDE (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico). Seguindo os protocolos de segurança contra o coronavírus, as bancas deverão manter cinco metros de distância entre si, além de observaram outras medidas, tais como o uso de máscara pelos participantes, higienização constante e fornecimento de álcool-gel.
“Além de ser uma opção para adquirir presentes para as festas de fim de ano, a feira valoriza a economia local, uma vez que os 35 artesãos inscritos são de Porto Alegre e da Grande Porto Alegre”, destaca o coordenador de Fomento de Atividades da SMDE, Luiz Augusto Blorov dos Santos.
Restinga
Já no Centro Histórico da capital gaúcha, prossegue até o dia 24 a 1ª Feira das Artesãs da Restinga. A mostra conta com dez bancas e 50 participantes em rodízio na Praça 15, junto ao Mercado Público. Em destaque, artigos inspirados em temas natalinos, incluindo bonecas, flores e guirlandas. O atendimento é realizado de segunda a sábado (8h às 18h), também com apoio da prefeitura por meio do SMDE.
Procon
Com a chegada do fim de ano, o pagamento do décimo-terceiro salário e as festas, é comum o aumento da demanda por presentes para familiares, amigos e colegas. Para melhor orientar os consumidores sobre os cuidados que devem ser tomados no momento das compras de Natal, o Procon de Porto Alegre elaborou uma série de dicas, que podem ser conferidas no site oficial prefeitura.poa.br.
“Como foi um ano muito pesado em razão da pandemia, é natural que as pessoas busquem, através das compras realizadas para si e para outros, recompensar o momento difícil que foi e permanece sendo vivenciado”, esclarece a diretora-executiva do Procon Municipal, Fernanda Borges. Por isso, é importante que haja um planejamento prévio do quanto se pode e se pretende gastar, evitando despesas desnecessárias e que podem gerar o endividamento.”
A diretora observa também que a nota fiscal e o cupom fiscal, que são documentos de fornecimento obrigatório, se equivalem para fins de garantia, mas o cupom fiscal se desgasta muito facilmente tornando-se ilegível com o passar do tempo, perdendo o seu valor. A recomendação, neste caso, é tirar uma cópia ou solicitar ao vendedor uma nota fiscal completa para evitar problemas.
(Marcello Campos)
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