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Brasil O auxílio emergencial é a única fonte de renda de 36% dos beneficiários

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A ideia é retomar o pagamento do auxílio emergencial para os brasileiros sem estourar o teto de gastos do governo (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O jornal Folha de S.Paulo publicou uma pesquisa do Datafolha sobre o auxílio emergencial dado pelo governo federal. O auxílio é a única renda de 36% dos entrevistados que já receberam alguma parcela do benefício. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Entre os entrevistados que tinham recebido ao menos uma parcela do auxílio emergencial, 56% responderam, em agosto, que tinham outras fontes de renda além do auxílio. Em dezembro, o índice aumentou para 64%.

Em agosto, 44% disseram que o auxílio era a única fonte de renda. Em dezembro, esse índice caiu para 36%.

O Datafolha também quis saber se os entrevistados pediram o auxílio emergencial. E, entre esses, quantos receberam pelo menos uma parcela: 61% dos entrevistados responderam que não pediram o auxílio; 39% disseram que fizeram o pedido.

Entre esses entrevistados que pediram o auxílio, 81% responderam que receberam pelo menos uma parcela; 19% disseram que não receberam nenhuma parcela.

O Datafolha perguntou também se houve impacto na renda familiar dos entrevistados por causa da pandemia. Em agosto, 46% responderam que a renda familiar diminuiu por causa da pandemia. Em dezembro, 42%.

Entre os que receberam pelo menos uma parcela do auxílio emergencial, 60% responderam, em agosto, que a renda familiar tinha diminuído por causa da pandemia. Agora, 51%.

Em agosto, 27%, disseram que a renda ficou igual. Em dezembro, 34%. Antes, 13% responderam que tiveram aumento de renda na pandemia. Em dezembro, 14%.

O instituto também perguntou para os que receberam pelo menos uma parcela do auxílio como a redução de R$ 600 para R$ 300 afetou as despesas.

Depois da redução do auxílio emergencial pela metade, 75% responderam que reduziram a compra de alimentos; 65%, que reduziram gastos com transporte; 57%, o consumo de água, luz e gás; 55% diminuíram a compra de remédios; 51% responderam que deixaram de pagar contas da casa; 27% pararam de pagar mensalidade de escola ou faculdade; e 52% disseram que buscaram uma outra fonte de renda.

O Datafolha ouviu 2.016 pessoas por telefone, dos dias 8 a 10 de dezembro.

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