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Brasil O Ministério da Saúde autoriza a dispensa de licitação para a compra das vacinas Covaxin e Sputnik V

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País vacinou totalmente cerca de 29% dos 944 milhões de adultos elegíveis, de acordo com dados do governo, que incluem a aplicação de mais de 110 milhões de doses da Covaxin, da Bharat Biotech. (Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde confirmou a dispensa de licitação para a compra das vacinas Covaxin e Sputnik V contra o coronavírus, desenvolvidas por laboratórios da Índia e da Rússia. Os extratos foram publicados no Diário Oficial da União na última sexta-feira (19) e preveem o gasto de R$ 2,3 bilhões com a compra dos dois imunizantes e de insumos destinados à vacinação contra a doença.

A Sputnik V e a Covaxin ainda não tiveram seu uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Portanto, mesmo que sejam compradas pelo governo, só poderão ser aplicadas na população brasileira depois da liberação da agência.

Até o momento, a Anvisa autorizou o uso emergencial de duas vacinas no Brasil: a CoronaVac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a da Universidade de Oxford e AstraZeneca.

O anúncio ocorre em meio a pressão pelo atraso na vacinação no país. Pelo menos seis capitais já suspenderam a aplicação da primeira dose por falta de vacinas. Foram elas Salvador (BA), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).

No início de fevereiro, o Ministério da Saúde havia anunciado negociação com os representantes do instituto russo Gamaleya, fabricante da Sputnik V, e do laboratório indiano Bharat Biotech, fornecedor da Covaxin, para a compra de mais 30 milhões de doses das vacinas.

Já na última quarta-feira (17), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou em uma reunião com governadores que 230 milhões de doses de vacinas serão entregues até 31 de julho. A conta considera a negociação das vacinas Sputnik V e Covaxin.

Em reunião com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), o ministro da Saúde informou que serão entregues 4,7 milhões de doses de imunizantes contra a covid-19 até o dia 28 de fevereiro e que todas devem ser aplicadas, alterando a orientação do governo de reservar vacinas para a segunda dose. Pazuello também garantiu que vai alterar o Plano Nacional de Vacinação (PNI) para incluir professores como prioridade.

Diários da vacinação

A vacinação contra o coronavírus teve início há pouco mais de um mês e para auxiliar no acompanhamento do número de pessoas vacinadas, os governos estaduais e municipais passaram a divulgar um “vacinômetro”.

A página é uma espécie de banco de dados que registra, entre outras informações a quantidade de quem já tomou algum tipo de imunizante contra a doença, locais de vacinação e os grupos que estão sendo vacinados. Também é possível obter as informações por município.

O Ministério da Saúde disponibiliza também uma ferramenta com informações sobre o registro das doses aplicadas da vacina. Os dados sobre as coberturas vacinais podem ser acessados por meio de um painel on-line, no LocalizaSUS. O cidadão pode acompanhar, pela internet, o panorama de aplicação das vacinas por estado e nas capitais. Em alguns casos, entretanto, as informações não estão atualizadas.

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