Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

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Brasil Polícia fecha cassino clandestino com Gabigol, MC Gui e mais de 200 pessoas em São Paulo

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Jogador do Flamengo, que se reapresenta nesta segunda-feira, estava escondido embaixo de uma mesa.

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo
Jogador do Flamengo, que se reapresenta nesta segunda-feira, estava escondido embaixo de uma mesa. (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)

O atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol, do Flamengo, foi flagrado em cassino clandestino na madrugada deste domingo (14), na Vila Olímpia, bairro nobre na zona sul de São Paulo. A Polícia Civil fechou o estabelecimento de luxo, que funcionava de maneira ilegal, já que jogos de azar são proibidos no Brasil, e encaminhou o jogador e todas as outras pessoas que estavam no local à Delegacia de Crime contra a Saúde Pública, no centro de São Paulo.

Segundo a polícia, havia mais de 200 pessoas jogando. No momento da operação, além de Gabriel, o funkeiro MC Gui também foi encontrado dentro do estabelecimento. O jogador estava escondido embaixo de uma mesa. Os dois, e os outros presentes, incluindo o responsável pelo local e os funcionários, assinaram termo circunstanciado, comprometendo-se a prestar esclarecimentos depois, e foram liberados da delegacia. Não houve prisões.

“Foram conduzidos, na verdade qualificados, por conta da pandemia já para prestar esclarecimento aqui na delegacia, e os funcionários e o responsável pelo local também devem responder por crime contra a saúde pública, jogo de azar e contravenção. Os demais serão ouvidos posteriormente porque senão a gente causaria outra aglomeração aqui”, explicou em entrevista a uma emissora de TV Eduardo Brotero, delegado de polícia e supervisor do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos).

Além de funcionar de maneira ilegal, o cassino desrespeitou o decreto estadual que proíbe festas e aglomerações durante a pandemia de Covid-19. O Estado de São Paulo regrediu à fase vermelha da quarentena, a mais restritiva, desde o último dia 6 de março para tentar frear o avanço da doença.

Os denunciantes informaram à polícia local que o cassino funcionava há algum tempo e que foram gastos mais de R$ 8 milhões com as instalações luxuosas. No evento, várias pessoas não usavam máscara de proteção contra a covid-19 ou vestiam o acessório de forma errada. As denúncias chegaram às autoridades, inicialmente, como festa clandestina.

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