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Saúde Variante brasileira do coronavírus aumenta a taxa de mortalidade entre jovens

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Desde o início da pandemia, 110.353 pessoas necessitaram de hospitalização por SRAG. (Foto: Gabriella Clare Marino/Unsplash)

Uma recente pesquisa feita pela Universidade do Paraná (UFPR) mostra que a variante do coronavírus P.1, detectada pela primeira vez no Amazonas, é mais letal entre pacientes jovens. Os estudiosos descobriram que as mortes de pessoas na casa dos 20 anos triplicaram entre janeiro e fevereiro de 2021, período em que a mutação começou a tornar-se cada vez mais comum no País.

O estudo avaliou dados de 553.518 casos de Sars-CoV-2, sendo 8.853 registrados como fatais. Entre setembro de 2020 e janeiro de 2021, os pesquisadores observaram declínio ou estabilização das taxas de letalidade em todas as faixas etárias analisadas.

A partir de fevereiro deste ano, contudo, o levantamento mostrou aumento significativo na taxa de mortalidade do vírus para pessoas de 20 a 59 anos — sendo que, quanto mais jovens, maiores foram as estimativas de óbito dos pacientes.

De acordo com o trabalho, desenvolvido entre 1º de setembro de 2020 e 17 de março de 2021, a taxa de mortalidade de indivíduos entre 20 e 29 anos de idade saltou de 0,04% para 0,13%.

Enquanto isso, o risco de morte pela nova variante aumentou em 93% para pessoas de 30 a 39 anos, 110% na faixa etária de 40 a 49 anos e 80% para indivíduos com 50 a 59 anos. A pesquisa não observou mudanças nas taxas de mortalidade de crianças ou adolescentes.

Os pesquisadores concluíram que os resultados preliminares sugerem “aumentos significativos na taxa de mortalidade em adultos jovens e de meia-idade” após a identificação de uma nova cepa do Sars-CoV-2 circulando no Brasil, o que “deve levantar alarmes de saúde pública, incluindo a necessidade de medidas locais e regionais mais agressivas, como intervenções de saúde pública e vacinação mais rápida”.

Ainda não está totalmente claro, segundo os cientistas, por que os jovens estão morrendo mais por conta da variante P.1 do que pela infecção do Sars-CoV-2 original. Os resultados, ainda não revisados por outros cientistas, foram publicados no site MedRxiv.

Cepa dominante

Pesquisas anteriores corroboram alguns dados descobertos pelo levantamento da Universidade do Paraná, como o fato de que a cepa está se tornando dominante no Brasil. Em janeiro, uma análise preliminar feita por pesquisadores brasileiros e britânicos mostrou que 52,2% dos genomas sequenciados em dezembro de 2020 já eram da nova cepa. Em janeiro, esse índice passou para 85,4%.

Outro estudo, divulgado no início de em março pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade de Oxford, da Inglaterra, mostrou que a P.1 é mais transmissível do que as cepas anteriores em circulação no País e mais resistente aos anticorpos que combatem o vírus.

Em apenas sete semanas, a cepa tornou-se a linhagem do Sars-CoV-2 mais prevalente em Manaus (AM). Os primeiros casos de infecção com a cepa foram registrados ainda em novembro de 2020, de acordo com a pesquisa. Outros levantamentos mostraram que já há casos de reinfecção de covid-19 pela nova variante do coronavírus.

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Lecino Ferreira Silva
1 de abril de 2021 10:25

A primeira leva do vírus comunisPTa ching ling vem matando idosos e pessoas com comorbidades, certo? Agora a segunda leva começa a se espalhar pelo mundo matando jovens à partir de bebês.
Onde leram “leva” leiam “ataque biológico”, certo!
Quando o Mundo vai “cair na real” que estamos em plena IIIª Guerra Mundial? E que , os chingues lingues, a estão vencendo sem dar um tiro sequer!

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