Domingo, 21 de junho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Na pandemia, a ioga serve como alternativa para controlar a ansiedade

Compartilhe esta notícia:

A professora de ioga Fabiana Franco diz que os novos alunos a procuraram na pandemia para combater à ansiedade. (Foto: Divulgação/Fabiana Franco)

Foi difícil passar pelo primeiro ano da pandemia sem ouvir falar pelo menos uma vez em saúde mental e ansiedade. Antes mesmo da crise sanitária, o Brasil já era considerado o país mais ansioso do mundo, com mais de 18 milhões na estatística, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma das pessoas desse grupo é a cabeleireira Sandra Pereira, de 51 anos, que descobriu o transtorno em 2018 e, depois que a pandemia interrompeu as consultas psicológicas, foi procurar refúgio na prática de ioga, há um mês e meio.

“Era só ficar em frente à TV e ouvir falar sobre coronavírus que eu começava a sentir dor de garganta e o coração disparado. Depois que comecei na ioga, consegui ter controle sozinha. Valeu muito a pena”, diz.

Quem também se agarrou na ioga durante a pandemia foi a empresária e moradora do Leblon Adila Suarez, de 39 anos, que começou a prática em 2009, dois anos após o diagnóstico de ansiedade.

“Foi um divisor de águas na minha vida. Aprendi a lidar melhor com os problemas externos, a ter mais calma, respirar e a lidar com a ansiedade, que é um mal do século. É um exercício que trabalha corpo, mente e espírito. Sou outra pessoa depois da ioga”, afirma.

Sandra, apesar de morar em Vilar dos Teles, faz as aulas na Praça Almirante Júlio de Noronha, no Leme, com Fabiana Franco. Segundo a professora, após o isolamento, a procura pelas aulas se tornou ainda maior.

“As pessoas queriam fazer algo, controlar a ansiedade e se curar dos problemas. O fato de ser ao ar livre trouxe ainda mais praticantes, gente que está insegura de ficar em locais fechados”, diz Fabiana.

Adila acredita que a pandemia veio para mudar o olhar das pessoas para a ioga. “Eu senti que muitas perderam o preconceito com a prática. No final, todos tivemos que recorrer a algum tipo de caminho para relaxar, olhar mais para dentro de nós mesmos, e a ioga ajuda muito nisso. Além de ajudar no autocontrole, que se tornou um poder tão necessário para o momento”, reflete ela.

Fabiana afirma que praticar o exercício sem cobranças faz diferença na evolução. “A ioga trabalha o alongamento, a abertura das articulações e os ossos. Cada um faz no seu ritmo, e ninguém deixa de fazer. É muito bacana ver a evolução de cada um”, explica a professora. As informações são do jornal O Globo.

tags: Você Viu?

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O Instituto Butantan investiga se variante do coronavírus semelhante à sul-africana identificada em São Paulo pode ser evolução da P.1
Variante brasileira do coronavírus aumenta a taxa de mortalidade entre jovens
Pode te interessar