Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 28 de maio de 2021
A imunização começará pela educação infantil, segundo Melo.
Foto: Divulgação/PMPAEm uma live realizada na manhã desta sexta-feira (28), o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, anunciou que a prefeitura vacinará os professores da rede pública municipal e conveniada contra o coronavírus.
A imunização, que começará pela educação infantil, deve iniciar na semana que vem, provavelmente na terça-feira (1º). O calendário ainda não foi definido.
Os demais grupos prioritários que fazem parte do Plano Nacional de Imunização continuarão sendo vacinados normalmente, conforme a prefeitura.
Após, conforme a chegada de novas vacinas, será estendida aos profissionais das redes particular e estadual de ensino.
“Tomamos a decisão nesta manhã e as secretarias de saúde e educação irão montar um calendário para que este processo ocorra de forma tranquila e gradativa”, disse Melo.
Segundo a secretária municipal de Educação, Janaina Audino, a expectativa é vacinar 5,6 mil profissionais das escolas próprias na terça-feira (1º). Na quarta-feira (2), está prevista a imunização dos 3,4 mil profissionais das conveniadas. “Em 20 dias deverão ser imunizados todos os funcionários. Após a educação infantil, serão aplicadas doses nos funcionários do 1º e 2º anos do ensino fundamental”, diz.
Segundo o secretário extraordinário de Enfrentamento ao Coronavírus, Cesar Sulzbach, o início da vacinação dos professores é possível devido a uma mudança no Plano Nacional de Vacinação. “Vamos agregar novos grupos conforme chegarem mais doses”, completa.
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Demorou e muito mas, antes tarde que nunca.
O estado também pode seguir o mesmo caminho talvez sirva de motivação para alguns professores receiosos em retornar às salas de aula.
Não consigo entender a lógica dessa classificação de preferências dos gestores da saúde. Em vez de priorizarem os cidadãos trabalhadores que estão a frente da educação, os de produção, de segurança, do transporte de passageiros, bombeiros, de saúde, deram preferência a moradores de rua e presidiários.