Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
16°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia “Não adianta você criar um programa social e degringolar o lado fiscal da economia”, diz secretário do Ministério da Economia

Compartilhe esta notícia:

A declaração do secretário foi uma resposta ao questionamento sobre as ações do governo diante do aumento da pobreza no País. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O secretário de política econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou que o governo deve “robustecer” programas sociais por causa do avanço da pobreza durante a pandemia, mas não se pode descuidar da parte fiscal da economia, gastando demais com a ação.

“Não adianta você criar um programa social e degringolar o lado fiscal da economia. O que nós temos que fazer é gastar melhor. Não é gastar mais, é gastar melhor”, afirmou em entrevista à Rádio Jovem Pan.

A declaração foi uma resposta ao questionamento sobre as ações do governo diante do aumento da pobreza no País. Segundo o jornal O Globo, após pressão do Congresso, o governo avalia a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial e adiar a reforma do Bolsa Família, inicialmente prevista para agosto.

O próprio ministro Paulo Guedes já sinalizou nesta semana que a evolução da pandemia será determinante para a prorrogação ou não do auxílio emergencial.

Sachsida reconheceu que a pandemia aumentou a pobreza no País, e que a solução para isso passa por repaginar os programas sociais. No caso do Bolsa Família, é o Ministério da Cidadania que está a frente do processo.

“Nós temos uma série de programas extremamente ineficientes. Esses programas precisam ser redirecionados para robustecer um programa social muito mais eficiente e que enderece corretamente a nova realidade decorrente da pandemia que, teve esse choque negativo sobre a pobreza da população”, afirmou o secretário.

No ano passado, a equipe econômica propôs a reformulação do Bolsa Família para uma programa chamado Renda Brasil, que usaria recursos de programas considerados ineficientes, como o seguro defeso e abono salarial, para ampliar o rol de beneficiários. A ideia não foi adiante e recebeu críticas do presidente Jair Bolsonaro, que disse que era inviável “tirar do pobre para dar ao paupérrimo”.

A equipe econômica também sugeriu a reformulação para o Renda Cidadã, que usaria recursos de precatórios e Fundeb para ampliar a transferência de renda. Mais uma vez, a ideia não avançou e o presidente Bolsonaro afirmou que seu governo só trabalharia com o Bolsa Família.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Ministério da Saúde já fala em compra de vacinas contra o coronavírus para 2022 e negocia com a Moderna
Brasil registra 49.768 diagnósticos positivos e 2.371 mortes por coronavírus nesta sexta-feira
Pode te interessar