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Mundo Nova York declara emergência por causa da violência com armas

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Conhecida como paralisia infantil, ela foi diagnosticada recentemente em jovem que perdeu os movimentos. (Foto: Walter Wlodarczyk/NYC & Company)

Nova York se tornou o primeiro Estado dos Estados Unidos a declarar uma emergência causada pela violência gerada por armas de fogo, e aprovou duas leis que limitam sua venda e responsabilizam seus fabricantes pelas consequências dos atos cometidos com elas.

“A única indústria nos Estados Unidos da América que está imune a processos judiciais são os fabricantes de armas, mas não vamos mais defender isso”, disse o governador Andrew Cuomo ao assinar a norma que acaba com a imunidade dos fabricantes em ações judiciais, em um momento em que o crime está em alta em Nova York e no resto do país.

Cuomo também ratificou outra lei que proíbe a venda de armas a pessoas com restrições na justiça por terem cometido um delito grave ou crime, “fechando o destrutivo vazio legal (da era do ex-presidente republicano Donald) Trump”, acrescentou.

A declaração de emergência considera a violência armada no Estado de Nova York uma crise de saúde pública e permite a canalização de recursos do Estado para as comunidades mais afetadas para lidar com o problema imediatamente, explicou Cuomo em um comunicado.

“Se olharem os números mais recentes, há mais pessoas morrendo por armas de fogo e crimes do que por covid. É um problema nacional que devemos enfrentar, porque nosso futuro depende disso”, declarou o governador. “Assim como com a covid, Nova York vai dar um exemplo para o resto do país com uma abordagem global”, acrescentou.

A nova estratégia prevê a criação de um escritório de prevenção da violência com armas de fogo e exige que as delegacias de polícia compartilhem informações sobre os incidentes para localizar as áreas mais problemáticas semanalmente e distribuam recursos onde for mais necessário.

Além disso, inclui um investimento de mais de 138 milhões de dólares em programas de intervenção e prevenção. Uma nova unidade da polícia estadual tentará impedir o contrabando ilegal de armas de outros estados para Nova York e fortalecerá a colaboração com a Faculdade John Jay de Justiça Criminal para ajudar as cidades a implementar reformas policiais.

A violência armada aumentou em Nova York e no resto do país desde o verão de 2020, após os primeiros meses de confinamento devido à pandemia. Os homicídios aumentaram em 30% nas grandes cidades no ano passado, segundo os republicanos devido à negligência dos governantes democratas.

O presidente Joe Biden também introduziu medidas para limitar as armas de fogo, em 23 de junho, mas no nível federal o Congresso está profundamente dividido sobre o assunto e os democratas tem dificuldades para fazer a agenda avançar.

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Francisco Carlos Rocha
8 de julho de 2021 18:16

Mais um governo de IMBECIL, não são as armas que matam, são pessoas que matam pessoas, se quer matar não precisa ter arma, e já existem armas de sobra em circulação. IMBECIL, PARA IMBECIS.

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