Sábado, 27 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 20 de julho de 2021
Outros cinco casos suspeitos da variante Delta seguem em investigação na Fiocruz, no Rio de Janeiro.
Foto: ReproduçãoA chegada ao Rio Grande do Sul da variante Delta do coronavírus, de origem indiana, confirmada por meio de sequenciamento genético completo, foi o principal assunto da reunião do Gabinete de Crise coordenada pelo vice-governador Ranolfo Vieira Júnior nesta terça-feira (20). Os dois casos confirmados se referem a moradores de Gramado que não têm histórico de viagem para outro Estado ou país.
Nesta semana, o GT Saúde não emitiu novos Avisos às regiões. O Gabinete de Crise também optou por não emitir novos Alertas. Mesmo assim, a equipe técnica do governo do Estado ressalta que é preciso manter os cuidados de prevenção contra o coronavírus.
“Embora estejamos em um momento positivo, com redução tanto nas internações em UTI e leitos clínicos, como nos casos confirmados e suspeitos, estamos atentos à entrada da variante Delta no Estado e com as nossas equipes técnicas monitorando de forma constante os cenários no Rio Grande do Sul, nas demais unidades federativas e no mundo”, alertou o vice-governador.
Cinco casos em investigação
Outros cinco casos suspeitos da variante Delta seguem em investigação na Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), no Rio de Janeiro. Eles se referem a outra pessoa de Gramado, também contactante do primeiro caso confirmado, duas de Sapucaia do Sul, uma de Esteio e uma de Canoas. Os resultados devem sair ao longo desta semana. A amostra de um paciente de Santana do Livramento também foi enviada para o sequenciamento completo, mas um parcial realizado pelo Lacen/RS (Laboratório Central do Estado) já descartou se tratar desta variante.
“A vacinação está avançando, e isso é excelente, graças ao esforço e à dedicação dos municípios que, na ponta, se esforçam para aplicar rapidamente a vacina no braço das pessoas. Mas ainda precisamos manter os cuidados, pois a variante delta tem alta transmissibilidade”, destacou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.
Quanto à gravidade, ainda não há evidências de que a Delta provoque uma doença mais ou menos agressiva em relação às outras linhagens.
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