Sexta-feira, 03 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 19 de agosto de 2021
Aumento reflete a piora da percepção de risco no Brasil.
Foto: EBCO dólar fechou em alta nesta quinta-feira (19), refletindo a piora da percepção de risco no Brasil. A moeda norte-americana subiu 0,87%, cotada a R$ 5,4220 – maior patamar desde 4 de maio (R$ 5,4297). Na máxima da sessão, chegou a R$ 5,4555.
Na quarta-feira (18), o dólar fechou em alta de 1,94%, a R$ 5,3751. Com o resultado desta quinta, passou a acumular alta de 4,08% no mês. No ano, o avanço é de 4,53% ante o real.
Cenário
A maior tensão nos mercados nos últimos dias ocorre em meio ao aumento das incertezas políticas e fiscais na cena doméstica e também por renovadas preocupações com a inflação elevada e as perspectivas sobre o ritmo de recuperação da economia.
Analistas têm citado a escalada da tensão política e iniciativas do governo federal com potencial efeito negativo na trajetória da dívida pública e nos juros de longo prazo, em especial a tentativa do governo de patrocinar projetos que abrem brecha para a elevação dos gastos no ano que vem, que é de eleição presidencial.
Do lado externo, a pressão vem da expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa começar em breve a reduzir seu forte estímulo monetário em breve.
Com crescentes riscos fiscais e políticos, a tendência é que o real sofra renovada pressão de alta no próximo ano, avalia Brendan McKenna, economista do Wells Fargo. Atualmente, o banco americano projeta que o dólar fechará o segundo trimestre de 2022 a R$ 5,40 e, no fim do ano que vem, alcançará o patamar de R$ 5,60.
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Até quando sofreremos com essa flutuação Humorística.
Efeito bostonaro.
Brasil no fundo do poço.
Maioria passando fome.
Inflação recorde.
Bolsa e ações em queda.
Dólar nas alturas.
Mas o messias podre continua passeando de moto com seus seguranças.
Pátria amada “Brazil “.