Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 16 de dezembro de 2021
Anvisa liberou o uso da vacina da Pfizer para crianças entre 5 e 11 anos e segue decisão já adotada, por exemplo, nos EUA e na Europa.
Foto: ReproduçãoO Ministério da Saúde declarou nesta quinta-feira (16) que irá analisar a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que autorizou a aplicação da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19.
Não há previsão de quando a imunização vai começar porque a vacina para este público tem diferenças em relação ao produto que foi aplicado nos adultos. Estados e municípios não podem apenas utilizar doses já recebidos para outras faixas etárias: é preciso que o governo federal compre doses específicas para as crianças.
“Essa documentação precisa chegar ao ministério, vai ser analisada. São esferas diferentes de análise e decisão. Nós temos o objetivo de, com celeridade, dar o posicionamento do ministério”, disse Marcelo Queiroga, ministro da Saúde.
Conselho cobra Ministério da Saúde
Após a decisão da Anvisa, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) manifestou o seu apoio à imunização de crianças e cobrou que o Ministério providencie as doses necessárias.
“Tendo em vista que para dar início à vacinação nesta faixa etária será necessária formulação específica desta vacina com um terço da fórmula “padrão” (10 microgramas por dose), o Conass aguarda posicionamento do Ministério da Saúde quanto à sua aquisição, o que é de sua competência”, afirmou o Conass.
O uso da vacina é necessário para combater o avanço da doença, principalmente frente a nova variante do coronavírus, a ômicron, que segundo evidências é mais transmissível que as demais cepas do vírus.
De acordo com o infectologista Renato Kfouri, representante da Sociedade Brasileira de Imunizações e que participou da avaliação da Pfizer junto à Anvisa, a Covid matou mais crianças do que coqueluche, diarreia, sarampo, gripe e meningite somadas.
“A gente fala que só 0,4% das mortes ocorrem nos menores de 20 anos, mas 0,4% de 600 mil mortes são mais de 2.500 crianças e adolescentes que perderam a vida para a Covid. Em dois anos, esse total de mortes é maior do que todo o calendário infantil. Se somarmos todas as mortes por coqueluche, diarreia, sarampo, gripe, meningite, elas não somam 1.500 por ano. A Covid-19 é uma doença prevenível por vacina que mais mata nossas crianças”, diz Kfouri.
A mesma autorização de uso já foi concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos Estados Unidos e União Europeia), além de países como Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, El Salvador, Honduras, Panamá, Peru e Uruguai.
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Barbaridade.
Como esse governo é um governo que venera amorte , as crianças só serão vacinadas depois de morrer milhares delas, como fizeram com os idosos., para emenda de relator tem grana, para emendas tem grana, para propaganda eleittoral tem grana, para desvios tem grana, para motociat tem grana, para cartão corporativo e viagens a DUBAI tem grana, mas para vacinas, e ajuda aos aposentados não tem dinheiro porue isso não reelege bandido.
A Pfizer faz a festa. Depois virão novas variantes que nos obrigarão a tomar vacinas para sempre. Uma variante diferente da outra para as quais as vacinas anteriores não funcionam. Agora que pegaram o filão vão largar assim? Dados: quantas crianças já morreram? Quantas crianças pegaram a doença? NINGUÉM SABE. Quantos vacinados morreram? É tudo um diz que diz. Os dados são da empresa fabricante. Apontaria defeitos?