Sexta-feira, 09 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia PIB da França tem a maior alta em 52 anos, e o da Espanha tem o maior avanço em duas décadas

Compartilhe esta notícia:

Após uma recessão recorde de 8% em 2020, a economia francesa, a segunda maior da zona do euro, cresceu mais do que o esperado. (Foto: Reprodução)

A economia da França registrou crescimento de 7% em 2021, o mais forte em 52 anos, enquanto a Espanha teve alta de 5%, de acordo com as primeiras estimativas publicadas nesta sexta-feira (28). Na Alemanha, o escritório de estatísticas revisou o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) em 2021 para uma expansão de 2,8%, diante crescimento de 2,7% estimado anteriormente.

Após uma recessão recorde de 8% em 2020, a economia francesa, a segunda maior da zona do euro, cresceu mais do que o esperado, superando as previsões do Instituto Nacional de Estatística (INSEE) e do Banco da França, que projetavam um crescimento de 6,7% para o ano passado.

O desempenho do PIB francês em 2021 reforça as credenciais econômica do presidente Emmanuel Macron a menos de três meses das eleições, marcadas para abril, nas quais ele deve concorrer a um segundo mandato.

No quarto trimestre, no entanto, o PIB francês cresceu 0,7%, em um ritmo mais lento do que no trimestre anterior, quando registrou alta de 3,1%, em meio ao aumento das infecções por coronavírus, à intensificação dos problemas na cadeia de suprimentos e à alta da inflação.

A resiliência da recuperação da França é um ativo fundamental para Macron, que busca reavivar o apoio dos eleitores que o apoiaram e a sua agenda de reformas há cinco anos.

Registrar uma expansão no fim de 2021 é um bom presságio para este ano, em meio a sinais de que os gargalos de oferta de suprimentos estão desaparecendo. O presidente da Renault SA, Jean-Dominique Senard, disse à Bloomberg Television nesta semana que a montadora espera que a escassez de semicondutores que agitou a indústria automobilística diminua no segundo semestre de 2022.

PIB espanhol

Na Espanha, a estimativa de crescimento de 5% em 2021 divulgada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) trata-se de uma taxa de crescimento robusta, a mais elevada em 21 anos, e muito positiva se forem levados em conta os encargos que a covid ainda impõe à economia.

No entanto, ficou 1,5% abaixo do objetivo do governo. O governo espanhol projetava para o ano passado uma alta de 6,5% do PIB, depois de um retrocesso de 10,8% em 2020 provocado pela pandemia. Mas o resultado de 2021 é superior à expectativas do FMI e da OCDE, que calcularam um crescimento para a Espanha de 4,6% e 4,5%, respectivamente.

No fim do ano passado, a economia espanhola superou as expectativas, beneficiando-se de um aumento no investimento e da forte demanda de exportação. De outubro a dezembro, o PIB espanhol cresceu 2%, após um crescimento de 2,6% nos três meses anteriores. Isso supera as estimativas dos economistas para um aumento de 1,4%.

A recuperação da Espanha é apoiada pela queda do desemprego e uma das maiores taxas de vacinação da Europa, que ajudou a evitar o tipo de restrições que outros países implementaram para conter a propagação da covid-19.

Ainda assim, a economia continua abaixo da produção pré-crise depois de encolher quase 11% em 2020 e expandir apenas 5,2% no ano passado. Isso deixa o PIB no final do ano passado cerca de 4% abaixo do nível pré-pandemia, segundo a Bloomberg Economics.

Economia alemã

Apesar da expansão em 2021, o PIB da Alemanha contraiu no quarto trimestre de 2021, devido a um aumento nos casos de coronavírus e à imposição de novas medidas de restrição, depois de dois trimestres em alta. De acordo com estimativa preliminar divulgada pelo Destatis, o escritório de estatística alemão, a economia do país apresentou retração de 0,7% no período de outubro a dezembro.

“Depois de ter crescido novamente no verão, apesar das crescentes dificuldades devido à falta de materiais, a recuperação foi desacelerada pela quarta onda de coronavírus”, explicou o Destatis em comunicado.

A queda é maior do que as expectativas dos economistas, de -0,5%O escritório de estatísticas alemão publicará os resultados finais do PIB do quarto trimestre no dia 25 de fevereiro.

A escassez de matérias-primas e componentes atingiu duramente a economia alemã, uma potência manufatureira, com o setor automotivo sendo particularmente atingido. As restrições para combater a pandemia, que freou consumo e serviços, também afetaram o resultado do PIB. As informações são do jornal O Globo e de agências internacionais de notícias.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Sem Gabriel Medina, mas com volta de John John, circuito mundial de surfe começa neste sábado, no Havaí
Juíza de futebol italiana denuncia vazamento de vídeos e fotos íntimos
Pode te interessar