Quarta-feira, 15 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 2 de fevereiro de 2022
Ministro Alexandre de Moraes pede que a PGR se manifeste tanto sobre o inquérito quanto sobre a ausência do presidente Bolsonaro
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STFO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta quarta-feira (2) à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de investigação do presidente Jair Bolsonaro. O órgão terá 15 dias para se manifestar.
O pedido foi apresentado por um advogado e solicita a investigação de Bolsonaro por crime de desobediência. Na última sexta (28), Bolsonaro não compareceu à Polícia Federal em Brasília para prestar depoimento no inquérito que apura o vazamento de dados sigilosos por parte do presidente. O depoimento havia sido determinado por Moraes.
Bolsonaro cometeu crime ao vazar informações, diz PF
O envio desse tipo de pedido à PGR é praxe no Supremo Tribunal Federal. As notícias-crime que chegam à Corte são enviadas ao órgão porque, pela Constituição, cabe ao Ministério Público avaliar se pede a abertura de investigação ou outros procedimentos.
A Advocacia-Geral da União (AGU) chegou a pedir ao Supremo que reconhecesse o direito de ausência de Bolsonaro. Alexandre de Moraes, contudo, negou o pedido, reiterando que o presidente da República deveria comparecer para prestar depoimento.
Depoimento
Na última quinta-feira (27), Alexandre de Moraes mandou Bolsonaro prestar depoimento à PF na sexta (28). A ordem saiu após a AGU (Advocacia-Geral da União) ter pedido que o presidente fosse dispensado.
O órgão argumentou que:
No dia seguinte, pouco antes da hora marcada para a oitiva, a AGU recorreu da decisão, mas teve o pedido rejeitado por Moraes. Bolsonaro não compareceu à PF alegando “direito de ausência”.
Investigação
Nesta quarta-feira (2), a PF concluiu que houve crime na atitude de Bolsonaro de divulgar as informações sigilosas de uma investigação.
A PF, no entanto, não indiciou o presidente, sob a justificativa de que ele tem foro privilegiado. O crime cometido na live, segundo a PF, foi o de divulgação de segredo.
Ainda de acordo com a corporação, o fato de Bolsonaro não ter ido ao depoimento sobre o inquérito na semana passada não impediu a análise do caso.
O inquérito
O inquérito investigou uma live do presidente nas redes sociais, transmitida em agosto de 2021. Na ocasião, Bolsonaro, que estava acompanhado do deputado Filipe Barros (PSL-PR), mencionou dados sigilosos de uma apuração da PF sobre ataques virtuais ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A PF concluiu que Barros também cometeu crime, mas ele não foi indiciado, pelo mesmo motivo de foro privilegiado.
“O inquérito policial mencionado continha diligências investigativas sigilosas em andamento e que não deveriam ter sido publicizadas a particulares, pois estavam relacionadas à apuração em curso”, escreveu a PF.
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Sr. Moraes vai receber um parecer técnico jurídico da PGR, derrubando mais essa narrativa que nasceu morta, mas Moraes quer manter viva como o tal inquérito ilegal das feke news, milícias digitais, gabinete do ódio, atos antidemocráticas.
Valmir Endruweit, enfio no teu! Todos os dias, como sempre!
Longo grosso então enfia no seu rabo.
Careca filho da puta.
Doente Vagabundo, você é pior que o Lula, vale menos que C.. ô, no sapato, teu problema é que acabaram com a boquinha e ficou revoltado.
Não dá em nada no Brasil bandido rachador não vai preso, vira presidente assim como o Lula ladrão e o rachador quadrilheiro genocida mentiroso e estelionatário eleitoral Miiiitoooo e quem tem político de estimação ou é cretino ou imbecil.
Esses filhos da puta do STF soltaram o Lula cachaceiro ladrão analfabeto filho da puta.
Este vagabundo é ordinário acha que é Presidente,quem é ele para determinar o que a PGR tem que fazer ou cobrar alguma coisa, está na hora de colocar este careca no lugar dele.