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Política Presidente do Senado diz que a CPI do Ministério da Educação ficará para depois da eleição

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Presidente do Senado se reuniu com líderes da Casa para discutir como e quando deverão ser instaladas as comissões

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta terça-feira (05) que decidiu abrir caminho para o funcionamento de três CPIs (Comissão Parlamentar de Inquérito), entre elas a do MEC (Ministério da Educação). Mas ressaltou que líderes da Casa só querem a instalação das comissões após as eleições.

Pacheco se reuniu com líderes do Senado para tratar das CPIs. A oposição vem pressionando pela instalação da CPI do MEC, que investigará denúncias de corrupção na pasta durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro.

Em reação, os senadores governistas começaram a defender a criação de outras CPIs que eles já haviam articulado. Uma delas é para investigar o crime organizado e o narcotráfico.

Pacheco disse que vai ler o requerimentos das CPIs no plenário. Essa é uma etapa para que as comissões possam ser instaladas. Agora, caberá aos partidos indicar membros para as comissões. A instalação de fato (quando os trabalhos começam) não tem data para ocorrer.

“O Senado, integralmente, reconhece a importância das CPIs para investigar ilícitos no MEC, desmatamento ilegal na Amazônia, crime organizado e narcotráfico. Os requerimentos serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas”, escreveu Pacheco no Twitter após a reunião.

“Porém, a ampla maioria dos líderes entende que a instalação de todas elas deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”, completou o presidente do Senado.

A ideia de adiar o início da comissão de inquérito para depois das eleições causou descontentamento na oposição. Autor do pedido de criação da CPI do MEC, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que se retirou da reunião com os senadores e Pacheco. Segundo ele, no encontro estavam querendo “acertar juízo de conveniência e oportunidade” para a instalação da comissão de inquérito.

“Não cabe ao colégio de líderes fazer isso. O presidente tem que ler [o requerimento da CPI] e instalar”, afirmou Randolfe. Conforme relatos da reunião, a proposta de deixar a CPI para depois do pleito não partiu apenas de aliados do governo, mas também de senadores do PSDB e do Podemos.

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Eloa Guterres
5 de julho de 2022 16:46

Roubo empurrado para debaixo do tapete. Até quando??

Denise Goulart de Munhós
5 de julho de 2022 18:24

Circo Palanque Ignomínia não acontecerá para o desespero dos canhotos!! Kkkk

César Alexandre Jardim Marques
5 de julho de 2022 23:44

Form colhidas assinaturas para instauração de uma CPI para apurar devios do MEC dos Governos Lula e Dilma a mais de um mês. Bastou levantar a hipotese de colocar as duas juntas e o Senador Saltitante teve um chilique. Na última não poderia investigar Governadores mas investigaram o dono da Havan. Nesta ao invés de investigar 4 anos, vamos investigar mais 16 e chamar a Anitta e o Casagrande. Pra montar o circo de uma vez

Nilton G Veiga
6 de julho de 2022 05:10

Após as eleições todos brasileiros estão convidados a pizzaria “0800” em Brasília patrocinada pelo Circo dos Palhaços Imprestáveis.

Vanderlei Stefani
6 de julho de 2022 12:39

VERGONHA

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