Segunda-feira, 06 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 7 de agosto de 2022
Disparada de 11,75 pontos percentuais da taxa Selic desestimula o consumo, freia produção e já reflete nas previsões de crescimento do PIB em 2023
Foto: Marcello Casal Jr./Agência BrasilA trajetória que levou a taxa básica de juros ao maior patamar dos últimos seis anos para segurar o avanço da inflação pode ter um efeito perverso no desempenho da economia brasileira. O movimento ocorre com o menor estímulo para as famílias consumirem e já reflete nas expectativas de crescimento para 2023.
Desde março do ano passado, a taxa Selic disparou 11,75 pontos percentuais, de 2% para 13,75% ao ano. O ciclo pode ainda não ter chegado ao fim e parte dos analistas do mercado financeiro e o próprio Copom (Comitê de Política Monetária) já admitem um novo ajuste dos juros em 0,25 ponto percentual na reunião de setembro.
“O Comitê avaliará a necessidade de um ajuste residual, de menor magnitude, em sua próxima reunião. O Copom enfatiza que seguirá vigilante e que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para suas metas”, ressalta o documento que comunicou a nova alta dos juros.
Para Vitor Nery, analista de renda fixa, um novo ajuste da taxa básica de juros para o patamar de 14% ao ano terá um efeito pequeno perto do impacto já causado pela política monetária contracionista desde março do ano passado.
Nery explica que existe agora a necessidade de observar o período de manutenção dos juros em alta, o que representa um “freio forte” para o desenvolvimento da atividade econômica. “Embora consiga reduzir a inflação, uma taxa Selic elevada, se prolongada por muito tempo, causa um atraso econômico e impactar fortemente o PIB”, afirma.
Com o possível cenário de manutenção da Selic em um nível elevado por um período prolongado, o mercado financeiro começou a derrubar a expectativa de alta do PIB (Produto Interno Bruto) — soma de todos os bens e serviços produzidos no País. Somente nas últimas quatro semanas, a expectativa de crescimento para o ano que vem caiu de 0,5% para 0,4%.
As avaliações levam em conta que os juros maiores tornam o dinheiro mais caro, encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento pelas famílias. “As pessoas que desejam movimentar a roda da economia vão pensar duas vezes antes de tomar um empréstimo mais caro”, ressalta Nery.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Falou o escecialisPTa ou seria um analisPTaHuá? O mundo inteiro em queda e o Brasil na contra-mão: CRESCENDO. huáhuáhuáhuáhuáhuá…gargalhando até até Janeiro de 2.027 quando o Flávio Bolsonaro for eleito e assumir, tomando o lugar de seu pai #bolsonaroreeleitonoprimeiroturno….huáhuáhuáhuáhuáhuáhuá
O capitalista não investe o seu dinheiro quando a taxa de juros está alta por 2 principais razões. A primeira é porque o tetorno tem que ser, no mínimo, superior a 20% a SELIC. Ninguém arrisca dinheiro pra ganhar menos do que esses 20 por cento. Então é melhor não correr riscos e colocar o dinheiro no mercado financeiro de renda fixa e/ou variável. A segunda é porque juros altos inibe o consumo à prazo, incentivam a poupança e, portanto diminue a demanda. Logo, aos olhos do capitalista, o risco do investimento é maior pela demanda reprimida, o que noutra… Leia mais »
Os especialisPTas e analisPTas esquerdopatas não sabem nem onde fica seus devidos cools para higienizá-los e querem dar pitacos? Ora bolas, vão tomar nos seus devidos finais de intestinos, pô!
Nada mas, absolutamente nada está impedindo o crescimento economico do Brasil; nem a pandemia, a esquerda e rpincipamenPTe a mídia marrom-cocô!
#bolsonaroreeleitonoprimeiroturno
#pauloguedesomelhor
Muito bom! Não entendeu nada! Tempos atrás escrevi no Jornal do Comércio sobre a importância do ensino de economia no final do ensino fundamental! Lembro que também defendi o ensino do direito. Considerava, e ainda considero, que são duas matérias obrigatórias para a alfabetização plena e que, aliás, é a finalidade do ensino fundamental, como o próprio nome diz. Claro que recebi críticas, bem como elogios! Normal para quem expressa a sua opinião ao público. Contudo, à época a minha intenção era informar a nossa pobre e desinstruída população. Tivesse eu logrado êxito, o nosso amigo não teria politizado o… Leia mais »