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Mundo Lula e Joe Biden vão discutir promoção da democracia em reunião em Washington

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Lula vai aos Estados Unidos em setembro, para a Assembleia Geral da ONU. (Foto: Reprodução)

O governo dos Estados Unidos divulgou nota nessa terça-feira (31) afirmando que reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden, marcada para 10 de fevereiro, na capital americana, os dois líderes discutirão o apoio dos EUA à democracia brasileira e como os dois países podem continuar trabalhando juntos para promover “a inclusão e os valores democráticos na região e no mundo”.

Outro tema da conversa, segundo a Casa Branca, deve ser o combate à mudança climática, salvaguardando a segurança alimentar, incentivando o desenvolvimento econômico, fortalecendo a paz e a segurança e gerenciando a migração regional.

Lula vai a Washington no dia 10 de fevereiro para reunião com Biden
De acordo com a nota do governo americano, o intuito da viagem é “fortalecer ainda mais o estreito relacionamento entre os EUA e o Brasil”.

Terceiro país 

A viagem do presidente Lula no dia 10 de fevereiro foi confirmada pelo governo brasileiro em 19 de janeiro.

Os EUA serão o terceiro país visitado por Lula desde que tomou posse, em 1º de janeiro — ele já foi a Buenos Aires, na Argentina, e a Montevidéu, no Uruguai.

Em dezembro, a Casa Branca enviou ao Brasil uma delegação para acenar com um convite de Biden para que Lula fosse “assim que possível” a Washington.

Lula também tem a previsão de viajar nos próximos meses para China e Portugal. As datas ainda não foram confirmadas.

Alemanha

O presidente Lula recebeu na segunda-feira (30) a primeira visita de um líder europeu desde o dia da posse. O governo alemão liberou um pacote para a proteção da Amazônia e o incentivo a energias renováveis. O Brasil vai usar uma parte do dinheiro no socorro aos Yanomami.

Após a reunião, o governo divulgou nota em que afirma que os ministérios vão atuar para impedir o transporte aéreo e fluvial que abastece os grupos criminosos. As ações também visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas pelo poder público à região, buscando não apenas impedir atividades ilegais, mas também a disseminação de doenças; dar assistência nutricional e de saúde ao povo Yanomami, com alimentos adequados aos seus hábitos, e garantir a segurança necessária para que equipes de saúde possam exercer suas atividades nas aldeias também estão entre as prioridades; assim como garantir rapidamente o acesso a água potável por meio de poços artesianos ou cisternas e medir a contaminação por mercúrio dos rios e nas pessoas.

O presidente determinou que todas essas ações sejam feitas no menor prazo, para estancar a mortandade e auxiliar as famílias Yanomami.

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