Quinta-feira, 09 de julho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Procuradoria-Geral da República defende que big techs devem retirar fake news do ar

Compartilhe esta notícia:

O parecer foi enviado nesta segunda-feira (15) ao Supremo

Foto: Pedro França/Agência Senado
O parecer foi enviado nesta segunda-feira (15) ao Supremo. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) que as redes sociais devem ser obrigadas a adotar providências para retirar fake news publicadas por usuários dessas plataformas.

O parecer foi enviado ao Supremo nesta segunda-feira (15) para embasar as ações que podem ser julgadas pela Corte. Na quarta-feira (17) os ministros podem iniciar o julgamento sobre a responsabilização dos provedores pela manutenção de conteúdo ilegal. Conforme Aras, as redes sociais não podem fazer juízo e controle prévio das publicações, mas devem retirar as mensagens após serem alertadas, mesmo sem ordem judicial.

“Tanto nos casos em que forem notificados quanto de forma espontânea, hão de adotar as providências necessárias à remoção da informação reputada ofensiva, além de atuar com os devidos cuidados e diligência para evitar a manutenção de conteúdos sabidamente inverídicos, fraudulentos ou ilícitos, podendo ser responsabilizados em casos de omissão”, explica Aras.

No caso específico que gerou a causa, o procurador se manifestou contra um recurso para impedir a indenização de uma usuária das redes sociais que foi vítima de um perfil falso criado em seu nome. “Uma vez constatado que o recorrente falhou na atuação conforme aos devidos cuidado e diligência e, mesmo após a prévia e expressa comunicação da recorrida com as respectivas razões para a exclusão dos dados, manteve conteúdo claramente ofensivo e humilhante, há de se concluir pela responsabilidade do provedor de hospedagem, que deixou de atuar em prol da tutela dos direitos fundamentais da usuária”, concluiu.

Na próxima sessão, foram pautadas ações que tratam sobre as regras definidas no Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), que exigem ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores pela manutenção de conteúdo ilegal postado pelos usuários das plataformas. Também deve ser julgado um processo sobre a validade de decisões judiciais que determinaram o bloqueio do aplicativo WhatsApp em todo o país, em 2020.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

3 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Vanderlei Stefani
16 de maio de 2023 01:35

Se acabar as fake news, acaba a extrema direita.

Vanderlei Ochoa
16 de maio de 2023 13:16

A direitálha suja vai à LOUCURA, CHÊ….hahahahahahahahaah

Marco Antonio Cervi
16 de maio de 2023 14:04

Comunismo sobrevive só de fake news.

Brasil registra dois casos de gripe aviária
Falta de insulina no Sistema Único de Saúde já afeta pacientes com diabetes em vários estados
Pode te interessar
3
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x