Quinta-feira, 04 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 12 de outubro de 2023
É o que revela pesquisa de associação do setor
Foto: Agência BrasilEm todo o Brasil, o número de bares e restaurantes que fecharam no prejuízo cresceu 5% em agosto, segundo pesquisa da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) divulgada nessa quinta-feira (12).
Os dados mostram, ainda, que 24% das empresas ficaram no vermelho no mesmo mês, enquanto 34% tiveram equilíbrio financeiro e 41% dos estabelecimentos pesquisados acusaram lucro.
A principal razão apontada para o saldo negativo no caixa dos bares e restaurantes foi a queda das vendas no mês, sinalizada por 82% dos entrevistados.
A redução do número de clientes (67%), dívidas (43%) e custo dos insumos (36%) foram as outras causas apontadas por empresários que tiveram prejuízo. Foram entrevistados 1.979 donos de bares e restaurantes em todo o Brasil entre os dias 28 de setembro e 6 e outubro.
O levantamento indica, ainda, que as empresas mais novas são as que mais operam no prejuízo. Das que têm entre um e três anos, 33% tiveram prejuízo. Das com mais de 10 anos, o percentual cai para 18%. Outro fator que interfere é o tamanho da empresa.
Dos bares e restaurantes com faturamento de até R$ 1 milhão, 33% encerraram agosto no prejuízo, enquanto apenas 8% dos que têm faturamento acima de R$ 4,8 milhões fecharam agosto no vermelho.
No vermelho
O brasiliense Carlos Eduardo Vellozo, de 41 anos, atua no ramo há oito anos e operou os últimos três meses no vermelho. Ele começou com um delivery (entrega) e depois passou para um restaurante com mesas na Asa Norte, em Brasília, até que decidiu voltar para exclusivamente delivery depois de certo prejuízo.
“Três meses as mesas não venderam nem 10% em relação ao que o delivery vende. Os custos também aumentaram demais, a matéria prima aumentou muito, já comprei salmão de R$ 19,90 e hoje está por R$ 69,90. Muita gente tem aberto restaurantes em casa para redução de custos. O restaurante com mesa tem muito custo, como aluguel e funcionários, e, assim, não tem como competir com quem tem delivery em casa”, relatou Vellozo.
O presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, destacou que, mesmo que a inflação esteja mais controlada, os meses no prejuízo dificultam recompor as perdas que o setor teve com a pandemia.
“Apesar do Dia dos Pais, as empresas do setor tiveram um agosto mais duro, apontando uma ligeira queda no movimento. Quem sofre mais são as empresas mais novas, que ainda estão investindo e aprendendo a controlar os custos, e os empreendimentos menores, que têm mais dificuldade com o fluxo de caixa”, finalizou.
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Os presidiarios que fizeram festa quando o licer deles foi recolocado na Presidencia ….Agora se sentem tranquilos para cometer crimes e meter o pavor na sociedade….Ninguem mais se sente seguro para sair , ir a um restaurante….a um bar….ESTAMOS SENDO CAÇADO POR TODOS ESTES CRIMINOSOS…OFICIAIS OU NÃO….
Faz o L, seus esquerdoidos bate-cú
miseriando no alimento fora de casa
Acho, achando, pelo que tenho visto que as pessoas estão gastando “muito” em tenologia, gasolina e uber, e miseriando no alimento…..