Sábado, 25 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 4 de novembro de 2023
Ao todo, a GM havia demitido, por telegramas ou e-mails, 1.245 funcionários
Foto: SMJC/DivulgaçãoA General Motors (GM) comunicou neste sábado (4) que cancelou as 1.245 demissões nas fábricas de São José dos Campos, São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes, todas localizadas em São Paulo. O anúncio feito aos três sindicatos de metalúrgicos que representam os trabalhadores nessas cidades ocorre um dia após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) ter rejeitado o pedido de liminar da montadora para que as demissões fossem mantidas.
De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Valmir Mariano, a empresa afirmou que vai realizar uma reunião, na tarde desta segunda-feira (6), com as três entidades sindicais e que está realizando trâmites internos para o cancelamento das demissões.
A produção ficou totalmente paralisada nesses 13 dias. O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região já havia determinado, na última terça (31), a reintegração dos funcionários de São José dos Campos e que as demissões não ocorressem sem negociação prévia. A GM, contudo, entrou com pedido de liminar para manter os cortes. A Justiça do Trabalho também tinha determinado, na quarta (1º), o cancelamento das demissões nas fábricas de São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes.
Ao todo, a GM havia demitido, por telegramas ou e-mails, 1.245 funcionários, sendo 839 em São José dos Campos e 300 em São Caetano – onde são produzidos veículos -, além de 105 em Mogi das Cruzes, fábrica voltada à produção de componentes.
Na ocasião, a montadora alegou necessidade de adequar seu quadro de funcionários em razão da queda nas vendas e nas exportações. O grupo emprega aproximadamente 12 mil pessoas nas três plantas. Também tem mais duas fábricas, uma de carros em Gravataí (RS) e uma de motores em Joinville (SC), onde não ocorreram demissões.
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E gravatai agradece, senão seria apenas uma cidadela como Guaiba.
Se não fossem os impostos sobre os veículos, teríamos mais vendas, consequentemente mais gasolina, mais postos, mais estradas, mais comércio… mas os esquerdopatas ignorantes não entendem de economia, só de máquina pública.
Multinacionais.
Aguardando o lulopetismo e seus puxadinhos ideológicos associados colocarem a culpa no governo anterior…
Lamentável ver pessoas sendo demitidas e usadas para barganhas e negociações de emprego…. A política do atual governo tende a levar o Brasil a bancarrota. Não estamos no caminho certo, um estado cada vez maior e mais gastador vai sufocar as empresas, que naturalmente vão se ausentar do país, esta é a realidade de um governo progressista autoritário, ultrapassado e burro. Sem falar no déficit zero de 2024, mais um engodo de campanha.