Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 11 de maio de 2024
Transporte de Lisboa ao Rio Grande do Sul é “contraproducente”, segundo a Força Aérea Brasileira
Foto: Redes SociaisEm arrecadação precipitada, a comunidade brasileira em Portugal e portugueses arrecadaram mais de 200 toneladas de doações para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Os donativos estão parados em galpões em Lisboa e no Porto, sem plano ou previsão de envio ao Brasil.
A ABC (Agência Brasileira de Cooperação) e o MPor (Ministério de Portos e Aeroportos) informam que estão articulando com a Força Aérea Portuguesa um plano logístico para levar as doações à população gaúcha.
Entretanto, nesse momento, a FAB (Força Aérea Brasileira) considera “contraproducente” o deslocamento de uma aeronave para Portugal com essa missão. O tenente-brigadeiro do ar Marcelo Damasceno explica que seriam necessárias cerca de 35 horas para o transporte, tempo que a FAB transporta 167 toneladas das 1.500 toneladas que já se encontram em bases no Brasil para a Base Aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul.
“O volume transportado internamente pela FAB no mesmo período de tempo é mais que oito vezes maior do que aquele que virá de Portugal”, afirma. A embaixada brasileira em Lisboa e os consulados brasileiros de Porto e Faro afirmam que estão realizando a triagem dos donativos — etapa em que são separados itens por categorias a validade dos alimentos são checadas.
Em Portugal, voluntários envolvidos na arrecadação na cidade do Porto contam que o movimento começou com uma mulher que afirmava possuir uma aeronave e que pessoas do Consulado estavam colaborando.
Dias após, o grupo foi informado de que não havia um veículo para o transporte. Nas redes sociais, os voluntários avisam que as arrecadações atingiram o limite e estão encerradas.
“Compramos a ideia sem saber, pois acreditamos que ela já tinha mesmo esse avião. Agora não sabemos o que fazer”, disse uma brasileira voluntária em Portugal. Os brasileiros à frente da arrecadação em Portugal alegam descaso e falta de agilidade do consulado para auxiliar na ação solidária.
Em nota, os Consulados-Gerais do Brasil em Lisboa e Porto afirmam que não têm relação com iniciativas pessoais referentes à doação de bens e valores aos afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul e recomendam doações por meios oficiais.
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Perfeito.
O ten Marcelo considera contraproducente transportar as toneladas de doações de Portugal para o Brasil mas, se for para fazer levar o “casal -20” para fazer turismo inútil pelo mundo ou voar como táxi aéreo para lá e para cá com ministros e políticos inúteis do desgoverno, aí pode.
Essa é a verdadeira face do desgoverno no Brasil sendo comandado por uma facção do crime travestida de partido político.E ainda tem cidadão brasileiro com demência e síndrome de Estocolmo que defende com unhas e dentes o maior roubo do mundo.
Qur história é essa? O governo já enviou um avião para resgatar esses alimentos faz dias!! Tirem essa notícia daí não confere!!!
Aviões da FAB, para transportar “aquilo”…. sempre tem..!!
Enfim…. ficou evicente de que lado as me@@@lancias estão…