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Rio Grande do Sul Novo radar meteorológico começa a operar para prevenir desastres naturais no Rio Grande do Sul

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O equipamento foi instalado no Morro da Polícia, em Porto Alegre, em 8 de agosto

Foto: Jürgen Mayrhofer/Secom
O equipamento foi instalado no Morro da Polícia, em Porto Alegre, em 8 de agosto. (Foto: Jürgen Mayrhofer/Secom)

O serviço de radar meteorológico contratado pelo governo do Rio Grande do Sul para prevenir desastres naturais no Estado já está operando a partir dos dados captados pelo equipamento instalado no Morro da Polícia, na Zona Leste de Porto Alegre, em 8 de agosto.

A busca pelo serviço de monitoramento do tempo que contemplasse Porto Alegre e os municípios da Região Metropolitana começou no início de 2023. O contrato foi assinado no final do ano passado, prevendo cinco anos de prestação do serviço e cobertura de um raio de pelo menos 150 quilômetros a partir do local de operação. Para a contratação do serviço, foram investidos pelo Estado R$ 25,94 milhões.

A instalação estava prevista para ocorrer no Morro São João, em Montenegro, e foi inviabilizada momentaneamente por conta de problemas de acesso ao local. Montenegro segue sendo uma opção, de acordo com o estudo de viabilidade apresentado pela Climatempo, uma vez que oferece melhor aproveitamento da tecnologia.

Para viabilizar o início da operação do radar dentro do cronograma, a Climatempo e a Defesa Civil definiram que o equipamento seria posicionado no Morro da Polícia, em Porto Alegre, área que já constava no rol de possíveis localizações. O material foi posicionado junto ao morro em 8 de agosto, quando foi ligado e conectado para início de sua calibragem.

Esse tipo de radar, importado da República Tcheca, traz informações de nowcasting, melhorando significativamente a previsibilidade de eventos como ventos e chuvas intensas, granizo, tornados e microexplosões, por exemplo, em intervalos chamados de curto e curtíssimo prazo (intervalos que podem ser de 12 até menos de uma hora antes do fenômeno).

As informações produzidas pelo radar são analisadas pela equipe do monitoramento. Quando forem identificadas condições que ofereçam risco à população, os dados irão subsidiar a produção dos alertas pelo Centro de Operações de Proteção e Defesa Civil, uma vez que o foco da atividade do monitoramento é a produção de informações voltadas à gestão de riscos e desastres.

“O monitoramento por radar representa um passo positivo e relevante para as medidas de preparação e prevenção nessa área em virtude da densidade populacional e também pelo histórico dos últimos desastres no Rio Grande do Sul, que atingiram muito significativamente Porto Alegre e Região Metropolitana”, destacou o coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira.

Os alertas, então, serão emitidos à população e aos gestores públicos municipais para que possam ser adotados os comportamentos preventivos e as medidas previstas nos Planos de Contingência de cada município.

A população pode se cadastrar gratuitamente para receber os alertas da Defesa Civil Estadual enviando uma mensagem via SMS com o CEP da sua residência para o número 40199.

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João Souza
17 de setembro de 2024 16:21

Se tu fosses um cara inteligente saberias que : O desperdício na mesa dos brasileiros é o maior do mundo.O feijão e o arroz do almoço não serve pra janta. O paozinho do café da manhã não serve pro café da tarde, e muitos outros desperdícios, que as familias que tem poder aquisitivo um pouco melhor costumam fazer( como a tua família por exemplo). Essa SOBRA poderia alimentar uma outra família. Agora petista do inferno, multiplica isso por milhares de famílias do país. Sem contar o que as Centrais de Abastecimento botam fora todos os dias. Se fores bem macho… Leia mais »

Vanderlei Ochoa
17 de setembro de 2024 12:19

Florestas devastadas. Ataques incessantes à Amazônia. Plantação indiscrmi ida de soja transgênico para exportação. Contaminação do ar, solo , aquíferos e rios, tudo isso proporcionado pelo AGRO. O Brasil é o segundo produtor de alimentos do mundo e seu povo passa fome, mal nutrido e doente. Alguém tem com explicar isso?

João Souza
17 de setembro de 2024 16:10

Não resolve avisar que vai chover, se o telhado tá quebrado e não se tem dinheiro pra comprar telhas. Os rios continuam assoreados, e nem sinal de dragagem. O que vai resolver avisar de temporais??? A população vai fugir pra onde??? Pro morro dos ventos uivantes????? Lá tambem chove !!!! e desmorona em avalanches. Não resolve avisar, tem que fazer obras que resolvam os problemas, mas o governo federal e do estado só fazem propaganda de recuperação, OBRAS??? ONDE???Onde estão a maioria dos desabrigados e os que perderam TUDO???? Morando em baixo de pontes ou morando de favor em casas… Leia mais »

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